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Reflorestar é meio

Publicado em 25 abril 2021

Artigo de revisão de periódico publicado no Global Change Biology, onde Pedro Brancalion da Esalq-USP é coautor com apoio da FAPESP foi publicado chamando a atenção para o aspecto de podermos compreender o reflorestamento como meio e não como fim.

O estudo aponta dez regras de ouro para o reflorestamento, que são: (1) proteger a floresta já existente; (2) trabalhar em conjunto; (3) maximizar a recuperação da biodiversidade; (4) selecionar áreas apropriadas; (5) valer-se da regeneração natural; (6) selecionar espécies; (7) empregar material vegetal resiliente; (8) planejar com antecedência; (9) aprender fazendo; (10) garantir a sustentabilidade econômica do projeto.

Estamos diante de mais um avanço para o alcance do decênio da ONU de prazo para bater a precisão de 12 milhões de hectares de reflorestamento ate 2030 cujo fim é beneficiar pessoas e a própria natureza.

Fonte: Grupo Amazônia do Facebook do Administrador André Hanbrick

Referências:

https://iwww.tnc.org.br > comunicação > artigos-e-estudos

Estudo elenca dez regras de ouro para o reflorestamento

José Tadeu Arantes | Agência FAPESP – O plantio de árvores em larga escala é uma das alternativas para contrabalançar ao menos parcialmente os efeitos da mudança climática global. Muitas iniciativas nesse sentido estão em andamento, visando sequestrar enormes quantidades de carbono e, assim, compensar em parte as emissões antropogênicas de gases de efeito estufa, … Continue lendo