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Hemocentro da Unicamp completa 25 anos

Publicado em 02 dezembro 2010

Agência FAPESP - O Centro de Hematologia e Hemoterapia (Hemocentro) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) completou 25 anos no dia 25 de novembro, Dia Nacional do Doador.

Para comemorar a data, o Hemocentro lançou o livro 25 anos em 5, durante evento realizado no anfiteatro 1 da Faculdade de Ciências Médicas (FCM) da Unicamp.

Escrito pelo jornalista Paulo Cesar Nascimento e com o apoio do assessor de imprensa do HC Caius Lucilius, o livro é dividido em cinco capítulos e cada um conta parte dessa história.

No capítulo de abertura, A gênese de uma proposta corajosa e ousada, é colocada em primeiro plano a participação de personagens importantes que ajudaram na fundação do centro, como Franco Montoro, ex-governador de São Paulo, Mário Mantovani, ex-superintendente do HC, e José Aristodemo Pinotti, ex-reitor da Unicamp que assinou a fundação do Hemocentro.

Os capítulos seguintes destacam, entre outros, a certificação de ISO 9002 que atestou a qualidade de padrão internacional do Hemocentro e as inovações técnico-científicas que beneficiam pesquisas e serviços.

A última parte é dedicada às perspectivas para o futuro e destaca o projeto de construção do Hospital do Hemocentro. O prefácio foi escrito pelo reitor da Unicamp, Fernando Ferreira Costa, que também faz parte da equipe do Hemocentro.

Surgido em novembro de 1985, o Hemocentro da Unicamp funcionava em uma sala do então recém-inaugurado Hospital de Clínicas da universidade. Atualmente, o centro se estende por dois prédios e três anexos, empregando cerca de 420 funcionários.

Por mês, são coletadas mais de 7 mil bolsas de sangue na região de Campinas e atendidos em torno de 1,8 mil pacientes. Além disso, o centro realiza transplantes de medula óssea, pesquisas nas áreas de anemia falciforme, células-tronco de cordão umbilical e outras em áreas hematológicas e recruta milhares de doadores de sangue.

Segundo Costa, a partir do livro é possível ver a evolução e a qualidade da hemoterapia e da hematologia do Hemocentro, que é uma referência nacional e internacional.

"Os docentes, pesquisadores e funcionários vestem a camisa do Hemocentro da Unicamp que atende de maneira certificada os pacientes, educa e faz pesquisa. O Hemocentro é, talvez, a última esperança para uma população de 6 milhões de pessoas com doenças hematológicas. É um orgulho para a Unicamp tê-lo como uma de suas unidades", disse.

Mais informações: http://www.hemocentro.unicamp.br

(Envolverde/Agência da Fapesp)