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GRAFENO

Publicado em 04 novembro 2013

A Universidade Mackenzie está desembolsando R$ 20 milhões para construir o prédio e contratar cientistas para o MackGraphe ( Centro de Pesquisas Avançadas em Grafeno , nanomateriais e Nanotecnologia) , pioneiro desse campo no Brasil

O potencial de uso do grafeno é ilimitado: cabos de fibra ótica, telas transparentes sensíveis ao toque, celulares transparentes, células fotoelétricas, sensores para poluição, material para construção de aeronaves e carros.

Por falta de espaço no campus da Universidade no Centro de São Paulo, um prédio foi demolido e em seu lugar está sendo construído um edifício de seis andares e 4.230 m2 de área útil, que será aberto até julho de 2014. .

A Fapesp vai destinar R$ 9,8 milhões, para custear equipamentos, materiais e bolsas de estudo e criar condições para repatriar , por três meses ao ano, o brasileiro Antonio Helio de Castro Neto que é o diretor do Centro de Pesquisa de Grafeno na Universidade Nacional de Cingapura ,que tem 232 dos mais de dez mil artigos publicados sobre o tema até maio de 2011 e que só perde para a Academia de Ciências da China.

O reitor do Mackenzie , Benedito Guimarães Aguiar Neto, visitou Cingapura em janeiro de 2012 e decidiu imediatamente pela criação do centro de pesquisas. “ Ficamos impressionados com a visibilidade que [ o grafeno] daria ao Mackenzie” ele afirma. Castro Neto por sua vez , elogia a “atitude visionária “ do reitor e afirma “Esperamos que seja um primeiro passo para o Brasil ficar competitivo numa área de pesquisa de ponta”. ( F S P , 27.10.2013, Cotidiano , p. 6).