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Gazeta de Limeira online

USP

Publicado em 12 março 2017

A USP está testando autópsias minimamente invasivas, feitas com ajuda de ultrassom, tomografia e ressonância magnética. A ideia é comparar a eficácia desses métodos com a necrópsia convencional (que abre o corpo para analisar os órgãos). Também será estudada uma "autópsia delivery", em que o procedimento poderá ser feito no local de morte, numa UTI, por exemplo. O projeto, pioneiro no País, reúne mais de cem pesquisadores de vários departamentos da USP e conta com o apoio financeiro da Fundação Bill & Melinda Gates (US$ 100 mil) e da Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo), que ofereceu R$ 200 mil.

- A pesquisa envolve cadáveres de pessoas que morrem de causas não violentas (doenças, por exemplo) e que são encaminhados ao SVOC (Serviço de Verificação de Óbito da Capital). Em geral, elas não tinham um médico que a assistiam ou o profissional que as atendeu não estava seguro sobre a causa da morte.