Notícia

Brasil Agora

Usp alocação para estimar vacina no Brasil

Publicado em 29 abril 2021

Por Elton Alisson | Agência FAPESP

Embora o Brasil tenha um dos programas de vacinação mais bem sucedidos, não é imaginável saber com precisão quantos brasileiros estão protegidos contra o sarampo, por exemplo. De fato, a história das vacinas na fórmula de aptidão pública do país nas últimas décadas permanece no papel. livros de vacinação.

Para estimar a política de vacinação do Programa Nacional de Imunizações (NIP) do Sistema Único de Saúde (SUS) em outras partes do país, uma organização de pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) apresentou uma atribuição de digitalização de mapas de vacinação em papel e antigo. para o maior número possível de brasileiros.

Chamada levacc, a comissão foi encomendada pelo Ministério da Saúde e conta com o apoio da FAPESP.

“Com base na informatização do conhecimento da carteira de vacinação de milhões de brasileiros, os técnicos do Ministério da Saúde poderão ampliar a política de imunização nas regiões do país, portanto, poderão planejar campanhas de vacinação ou elaborar métodos para salvar epidemias da doença. “vacinas”, diz Helder Nakaya, vice-diretor da Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCF-USP) e coordenador de atribuição da agência faPESP.

Nakaya é uma das pesquisadoras do Centro de Pesquisa de Doenças Inflamatórias (CRID), um centro de pesquisa, inovação e extensão (CEPID) financiado pela FAPESP.

Na primeira fase do projeto, pesquisadores coletam fotografias de livros de vacinação, que podem ser tiradas de um smartphone e enviadas para o site do projeto.

Os voluntários devem submeter o símbolo do histórico de vacinação no folheto, sem querer divulgar seus dados privados.

Fotos de registros de vacinação enviadas por voluntários moldarão os pesquisadores em um conjunto de regras de inteligência sintética que estão desenvolvendo para identificar quais vacinas e quantas doses foram aplicadas.

“Queremos coletar quantidades gigantes e outros modelos do eBook de vacinação para ter um banco de dados fisicamente poderoso para exercer o conjunto de regras que estamos desenvolvendo, para que você possa identificar quadrantes no caderno e verificar qual vacina e quantas doses foram administradas. »Segundo Luiz Duao, professor do Instituto de Educação e Pesquisa (Insper) e coordenador de geração de projetos.

Os pesquisadores descobriram que existem dois tipos de cartões de vacinação em papel circulante no Brasil, um deles estruturado em um modelo de coluna, no qual, no máximo sensível de uma coluna, está a chamada da vacina e nos quadrantes sob o número do lote e a data da vacinação. Nos casos máximos, esses dados são registrados manualmente, com caneta ou lápis.

O segundo estilo de livreto mais recente é o rótulo, no qual rótulos contendo dados de vacinação registrados manualmente ou publicados foram colados em quadrantes.

“O conjunto de regras que apresentamos será identificar esses dois tipos de marcas nos quadrantes e ‘ler’ os dados no rótulo ou identificar quais colunas de uma determinada vacina são ou não preenchidas em um folheto”, diz Duao.

Aplicativo móvel

Com base nesse algoritmo, os pesquisadores expandirão uma aplicação celular para funcionários de vacinação em conjuntos críticos de aptidão (UBS).

O aplicativo fornecerá dados críticos do paciente, como chamada e endereço, e salvará uma foto para identificação. O conjunto de regras de leitura embutidas na fórmula determinará quais vacinas o paciente já ganhou e quantas doses.

O conhecimento será armazenado em um servidor local e, no futuro, na nuvem. O conceito é que eles podem ser incorporados à fórmula nip para completar a base de conhecimento e permitir que os técnicos do programa façam estimativas de políticas vacinais em outras partes do país. país.

“Desenvolvemos o primeiro protótipo funcional da aplicação, o algoritmo de leitura embutido, mas já com o objetivo de coletar conhecimento e tirar uma foto dos pacientes e a caderneca de vacinação em papel”, explica Manoela Gomes Domingos da Silva, aluna mestre em Pós-Graduação em Neurologia e Neurociências pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP), USP e participante da atribuição.

Durante esta fase de testes da aplicação, a usabilidade da fórmula será avaliada por meio da equipe de aptidão culpada de vacinação em UBS e do fluxo de coleta e integração do conhecimento, enquanto os pesquisadores conhecerão o conjunto de regras para leitura precisa dos livros de vacinação.

“Esta fase de teste nos permitirá carregar mais funções no aplicativo e corrigir quaisquer erros. Ao final desta etapa, ela será incorporada ao algoritmo de leitura”, diz Silva.

Os pesquisadores planejam usar a cruzada de vacinação COVID-19 para coletar mais imagens de cartões de vacinação para expandir o banco de dados e moldar o algoritmo de leitura.

Fotos dos cartões de vacinação podem ser enviadas para o https://levacc. csbiology. org/.