Notícia

Jornal de Jundiaí

UniAnchieta é contemplado com seis bolsas de Iniciação Científica

Publicado em 15 setembro 2013

Competência do corpo docente, incentivo a pesquisa e infraestrutura de ponta fazem do UniAnchleta  a instituição mais respeitada da região e uma das mais tradicionais do Estado. E o reflexo dessa afirmação pode ser demonstrado através de vários aspectos, entre eles da avaliação do CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico) que recentemente concedeu seis bolsas de lniciação Científica (PIBIC/UniAnchleta/CNPq). Prof. Dr. Marcelo Cunha, o Centro Universitário já foi contemplado em outras oportunidades. "O UniAnchleta começou com três bolsas do Pi­bic/CNPq e nos dois últimos dois anos (2012/2013) passou para seis, visto o reflexo positivo da instituição nas pesquisas cientificas perante ao órgão federal".

"Além disso, nos últimos três anos, o Centro Universitário recebeu quatro bolsas da FAPESP (Fundação de Amparo à  Pesquisa do Estado de São Paulo) sendo duas na psicologia e duas na fisioterapia".

Segundo ele, no semestre passado, os es­tudantes, contando com o apoio dos orientado­res, se inscreveram no Pibic através de proje­tos de pesquisa. Em relação aos universitários que serão beneficiados com as bolsas, Marce­lo explicou que alguns critérios devem ser se­guidos. "Na avaliação o Comitê de Pesquisa do UniAnchieta levou em consideração a relevância do projeto de pesquisa e a sua escrita respeitando os princípios da metodologia cien­tífica; histórico escolar do aluno e sua partici­pação em eventos científicos, além da produ­ção científica do orientador". Cada bolsa é con­cedida pelo período de 12 meses no valor de R$ 400. O universitário deverá apresentar à Comissão de Pesquisa do UniAnchieta um relatório final (atividades dos últimos seis meses). No final do programa o aluno também apresentará suas pesquisas no Encontro de Iniciação Científica no UniAnchieta além de outros congressos de pesquisas, divulgando assim, o material produzido à toda sociedade.

VANTAGENS

As vantagens para o estudante contem­plado com a bolsa de Iniciação Científica são inúmeras conforme esclareceu Marcelo. "'Ele tem a oportunidade de desenvolver suas habilidades e vocação científica, aprendizagem de técnicas e métodos de pesquisa, bem como estimular o desenvolvimento do pensar cientificamente e da criatividade.

O estudante terá uma formação diferenciada e estará mais preparado a determinados mercados de trabalho que exigem as habilidades acima men­cionadas, principalmente no seu in­gresso na pós-graduação (mestrado e doutorado)".

Além disso, a instituição também é be­neficiada nesse processo. "A instituição terá seu aluno se destacando no mercado de traba­lho e divulgando as pesquisas realizadas. Isso sem falar que haverá um retorno positivo quanto ao aumento da concessão de novas bolsas e o fortalecimento da faculdade nas pesquisas e reconhecimento perante aos órgãos públicos de fomento (Capes, CNPq, FAPESP, entre outros) e privados de financiamento de pesquisas, des­tacando-se assim, fortemente no Cenário Cien­tífico Nacional e Internacional de Pesquisas".

INICIAÇÃO CIENTÍFICA

O CNPq (Conselho Nacional de Desenvol­vimento Científico e Tecnológico - "National Counsel of Technological and Scientific Deve­lopment") concede bolsas para a formação de recursos humanos no campo da pesquisa cien­tífica e tecnológica, em universidades, institu­tos de pesquisa, centros tecnológicos e de for­mação de profissional, tanto no Brasil como no exterior. As bolsas do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (PIBIC)/CNPq contam com auxílio financeiro que o aluno de graduação recebe durante os 12 meses em que estará vinculado ao programa de Iniciação Ci­entífica na sua Instituição. Com este dinheiro, o estudante poderá fazer uso pessoal e tam­bém utilizar na sua respectiva pesquisa quan­do necessário como nos casos na compra de materiais e participação em eventos científicos.

Para mais Informações o interessado deve acessar o site do UniAnchleta (www.anchleta.br) ou entrar em contato com a Gláucia Satsala da Secretaria de Pesquisa e Extensão.