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“Um país sem ciência é incapaz de definir seus rumos”

Publicado em 14 setembro 2020

Por Mariana Vick

Diretor científico da Fapesp, Luiz Eugênio Mello fala ao Nexo sobre o financiamento da pesquisa brasileira e o projeto do governo paulista que busca devolver ao Tesouro superávit de fundações e universidades

A pandemia do novo coronavírus, que causa a doença covid-19, evidenciou a importância da ciência quando se trata de ajudar a sociedade a responder a grandes problemas, mas produziu uma crise econômica que, no Brasil, pode pôr em risco o trabalho desses mesmos cientistas.

Mesmo com a pandemia, o governo federal planeja reduzir a verba direcionada para áreas como educação, ciência e saúde, segundo a proposta para o Orçamento de 2021 apresentada ao Congresso Nacional. O plano, que precisa ser aprovado pelo Legislativo, prevê uma redução de 15% a 18% para a ciência em relação à verba do setor em 2020.

A perspectiva de redução de recursos é semelhante no estado de São Paulo. O governo do estado apresentou, em agosto, um projeto de lei que prevê que o superávit de agências de fomento à pesquisa e universidades públicas seja devolvido ao Tesouro, com o objetivo de pagar pensões e aposentadorias.

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