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Um futuro para se viver da ciência

Publicado em 16 dezembro 2019

Por Alex Gomes, Especial para o Estado

Levantamento da USP indica áreas promissoras; entre as pesquisas em andamento estão experimentos para deter derramamento de óleo em praias

Cortes de investimento, estrutura obsoleta e fuga de cérebros para outros países. Problemas como esses compõem a lista de desafios imposta a diversos segmentos da comunidade científica. No entanto, mesmo em meio à tormenta, alguns campos de produção de conhecimento navegam com uma certa estabilidade.

Um levantamento feito pelo Sistema Integrado de Bibliotecas da Universidade de São Paulo (USP) indica as áreas que tiveram o maior número de pesquisas acadêmicas com financiamentos entre 2011 e 2018. Na relação, segmentos como Genética, Farmacologia, Biologia Vegetal, Ciência dos Materiais e Astronomia concentram a maior parte dos projetos com recursos advindos das 20 principais entidades que atuam no fomento a pesquisas no País, incluindo instituições ligadas ao poder público federal – como CNPq, Capes e o BNDES –, as Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (como a paulista Fapesp) e os entes privados nacionais e internacionais que administram recursos empresariais e institucionais.

Veja o texto na íntegra: O Estado de S. Paulo

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