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UFSCar cria rede de palhaços para inspirar escolas

Publicado em 13 outubro 2020

A comunidade De Palhaços da Aprendizagem será lançada hoje, 13 de outubro

“Se você tem um palhaço em um hospital, por que você não pode tê-lo na escola?Por que temos palhaços em hospitais – os Doutores da Alegria – e não em escolas públicas, que também são tão tristes?”Essa pergunta feita, por meio do aluno Varlei Xavier, professor e coordenador do Mestrado em Inovação Empresarial (MBI) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), Cesar Alves Ferragi, as consultas levaram o aluno a idealizar, como componente do curso de especialização, uma rede de palhaços profissionais.

Além disso, o conceito levou a uma iniciativa paralela, chamada Comunidade dos Palhaços, que se propõe a exercitar e levar palhaços voluntários para as escolas públicas de várias escolas do Brasil. “A ação é baseada no conceito de que os ‘palhaços aprendizes’ são crowdfunding em seus municípios e, a partir dessa sustentabilidade econômica (a chamada economia colaborativa), podem pintar em escolas públicas de suas localidades, especialmente para jovens do ensino fundamental”, explica Xavier, que tem como foco mobilizar comunidades e artistas e educadores envolvidos.

A partir do TEDx “Há um palhaço na classe” (https://bit. ly/3iVIdXl), escrito através do próprio aluno, que é educador e palhaço, o conceito evoluiu no campo “Comunidade oposta ao público”, no módulo de inovação do início do MBI, ministrado através da professora e empreendedora social Monique Evelle. “Monique tem comunidades ativas no LinkedIn (www. linkedin. com/in/moniqueevelle/). Incentive os acadêmicos a criar comunidades virtuais para obter seu piso e iniciar conceitos. Estou com ela o tempo todo, apoiando juntos a elaboração do curso, refletindo sobre o desenho do experimento – “Experience Design”, uma das linhas de estudo do meu grupo no CNPq [Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico]. Monique pediu aos acadêmicos que fizessem uma ligação, qualquer coisa inegável e exequível, e Varlei Xavier acompanhou a chamada abrindo uma comunidade no Facebook”, lembra o coordenador do MBI.

Para viabilizar a tarefa, Xavier, com a de sua esposa Roberta Conde Xavier e outros acadêmicos do curso – Andressa Alves de Oliveira, Ins de Carvalho e Nadim Battistette Cayres Maluf – implementou a Metodologia Palhacao Learns e usou vários filtros para escolher outros que possam fazer parte dessas comunidades. “Além disso, fizemos uma exibição e, antes de mais nada, escolhemos outras pessoas interessadas em se adaptar aos palhaços de aprendizagem profissional. E com os voluntários, vamos abrir a comunidade do momento, desde a educação voluntária até as pinturas escolares”, explica Xavier.

A Comunidade de Aprendizes de Palhaços (formada por palhaços profissionais), que agora reúne 30 outras pessoas de 3 regiões de seis estados do país, será apresentada no dia 13 de outubro, como parte do Dia Internacional do Fracasso (https: // // bitArrayly / 3lEtB0c), criado na Finlândia e comemorado em 10 de outubro. “É um dia vital porque celebra o fracasso e é sobre inovação”, diz Ferragi.

Manifesto do Aprendiz de Palhaço

Outro resultado da participação de acadêmicos e professores foi a elaboração do Manifesto palhaço Apreendedor. “Depois de conversar com o Varlei e ver o TEDx, sonhei, enquanto dormia, de conversar com palhaços aprendendo nas escolas do Brasil”, conta Ferragi. disponível em formato de texto em https://bit. ly/3duL8VS e áudio em https://bit. ly/2H53SPl.

Essa diversificação de formatos e conceitos é consistente com a proposta de MBI da UFSCar, que possui uma fundação epistemológica chamada Teoria U, desenvolvida através do professor Otto Scharmer, do Massachusetts Institute of Technology (MIT) em Boston, que afirma que, entre outros problemas, não é imaginável inovar e perceber uma fórmula a menos que você procure remodelá-la. “A inovação é ocasionalmente entendida como uma força gentificante, confinada aos meios tecnológicos e com uma linguagem exclusiva, que repele aqueles que não falam essa língua. Na UFSCar, estamos comprometidos com a democratização da inovação, agregando inovação social em novas relações. Queremos geração, mas não é no centro. É o ser humano que está no centro, com a geração como apoio”, diz Ferragi. e coordenador, percebo que hoje, mais do que nunca, queremos não só um instrutor, mas também instrutores de artistas, é assim que eu me percebo na UFSCar”, diz Ferragi.

Saiba mais sobre o palhaço aprendiz nos perfis do Instagram: www. instagram. com/varleixavier, www. instagram. com/robi_cx e www. instagram. com/palhacoaprende.

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