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Transparência de dados é essencial na pandemia

Publicado em 18 setembro 2020

Por Tiago Jokura | Revista Pesquisa FAPESP

Entidades civis avaliam como governos municipais, estaduais e federal divulgam informações sobre o alastramento do novo coronavírus

Menos de 100 brasileiros haviam morrido por causa da Covid-19 quando, em março deste ano, pequenos batalhões, com menos de 10 pessoas cada um, começaram a se articular para abrir os olhos do país sobre a gravidade da pandemia do Sars-CoV-2. Separados pelo distanciamento social, juntaram-se para formar uma linha de frente tão importante quanto a dos hospitais. Só que em vez de médicos e enfermeiros, os batalhões eram formados por sociólogos, jornalistas, matemáticos e cientistas de dados, empenhados em entender e explicar como o vírus se espalha e se comporta num organismo de dimensões continentais como o Brasil.

O objetivo desse modesto mas eficiente exército é administrar a transparência como remédio para conter o alastramento do vírus. E isso, segundo eles, depende da distribuição de amplas doses de informação por parte dos governos municipais, estaduais e federal, que devem prestar contas à população sobre as características do problema e como os recursos públicos têm sido empregados para enfrentá-lo.

Duas importantes iniciativas em prol da transparência de dados para o combate à Covid-19 no Brasil são o Índice de Transparência da Covid-19, criado pela Open Knowledge Brasil (OKBR), e o Ranking de Transparência no Combate à Covid-19, iniciativa do capítulo brasileiro da Transparência Internacional – as duas entidades às quais o batalhão de profissionais estão associados.

Veja o texto na íntegra: Revista Pesquisa Fapesp