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Termoplástico com curauá

Publicado em 24 maio 2006

Por Agência FAPESP
Agência FAPESP
São Paulo

A peça está pronta e o pedido de patente será formalizado nos próximos dias. Trata-se de uma nova dobradiça para quebra-sol de veículos, desenvolvida por pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), que usa, além do tradicional termoplástico, fibras vegetais no lugar da fibra de vidro que costuma reforçar o plástico.
"O material vegetal tem uma série de vantagens, até de ordem social, além de custar bem menos", explica Marco-Aurelio De Paoli, coordenador do Laboratório de Polímeros Condutores e Reciclagem do Instituto de Química da Unicamp, à Agência FAPESP. Ao lado do menor custo, a fibra vegetal é produzida em comunidades tradicionais amazônicas.