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Temacast #107 - Grandes questões nacionais: Nióbio

Publicado em 14 julho 2019

 

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Carros, pontes, turbinas de avião, aparelhos de ressonância magnética, mísseis, marcapassos, usinas nucleares, sensores de sondas espaciais… Quase tudo o que é eletrônico ou a base de aço fica magicamente melhor com um pouco de nióbio. Por exemplo, misturando apenas 100 gramas de nióbio em uma tonelada de aço é possível deixar a liga muito mais forte e maleável.

Por essa razão, o nióbio está presente tanto nos foguetes da empresa americana SpaceX, quanto no maior acelerador de partículas do planeta, o LHC, e no primeiro computador quântico do mundo, o D-Wave. Todas as grandes indústrias do mundo hoje precisam de um pouco de nióbio – e quase todas as reservas mundiais desse metal, 98,2%, estão no Brasil. Nós temos o equivalente a 842 milhões de toneladas de nióbio, que valem inacreditáveis US$ 22 trilhões: o dobro do PIB da China, ou duas vezes todo o petróleo do pré-sal. Por isso, há quem diga que o nióbio pode ser a salvação do Brasil, a chave para o País se desenvolver e virar uma potência mundial…

Grandes Questões Nacionais: Nióbio

No início dos anos 1950, o geólogo mineiro Djalma Guimarães, conhecido como “o príncipe dos geólogos”, descobriu uma mina de pirocloro ou pentóxido de nióbio (Nb2O5) na região do Barreiro, em Araxá-MG. Essa descoberta chamou imediatamente a atenção do banqueiro mineiro, Walther Moreira Salles...

PARTICIPANTES
FONTES
  • Super-Abril
  • Fapesp
  • TCC: “Mercado de nióbio,” João Marcelo Cruz de Lucena. UFRJ 2010.
  • Livro: “Nióbio, uma conquista nacional,” Rogério Cerqueira Leite e outros.
  • Outras fontes

VITRINE Thiago Gonçalves (concepção)

MÚSICAS DESTE EPISÓDIO Audiophile Music Collection (YouTube)