Para os cientistas, o nível de contami- nação fecal presente em cada ambiente estudado influenciou decisivamente nesse processo quanto maior a contaminação, menor o número de espécies distintas. Aqui, sobrevivem os mais `fortes e aptos". Segundo Irma, porém, não adianta ter uma "superbactéria" se esse processo também está matando os peixes e destruindo a diversidade do ecossistema marinho. "Com isso, perdemos a chance de conhecer suas atividades. Alguns microrganismos, por exemplo, são produtores de antibióticos", salienta Claudiana. NaBaixada,maisde78%das bactérias quitinolíticas encontradas são do gênero Aeromonas sp. "Bactérias denominadas Aeromonas podem causar doenças, especialmente em pessoas ou animais debilitados, alerta Claudiana".
(Com Agência FAPESP)