A farmacêutica chinesa Sinovac investiu R$ 100 milhões na produção de vacinas e no desenvolvimento de terapia celular no Brasil.
O investimento foi anunciado nesta quarta-feira pelo vice-presidente e também ministro da Indústria, Geraldo Alckmin, que integra a percentagem do governo brasiliano na China.
O vice-presidente também anunciou parceria com a empresa chinesa Instauração Oswaldo Cruz (Fiocruz) na pesquisa de vacinas para combate às crises sanitárias.
A Sinovac é responsável pelo desenvolvimento da Coronavac, vacina contra a Covid-19 produzida no Brasil pelo Instituto Butantan.
— Cá está a parceria que foi feita na Covid entre a Sinovac e o Instituto Butantan, e agora a Sinovac também com a Fiocruz. Eu tomei Coronavac — disse Alckmin.
Durante a pandemia, a Sinovac forneceu 110 milhões de doses da vacina Coronavac ao governo brasiliano.
— É a ciência ajudando o mundo, e temos que progredir ainda mais, temos que trabalhar juntos, avantarmos na ciência — completou o vice-presidente.
Em fevereiro deste ano, o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom, reuniu-se com o governo brasiliano e declarou que o Brasil deveria ser um fornecedor internacional de vacinas contra a dengue.
Na última temporada de testes, uma vacina contra dengue está sendo desenvolvida no Butantan e a Fiocruz deverá receber autorização da Anvisa no início de 2025.
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Isabela Mendonça