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Seis obras de Nanoarte do CDMF são finalistas no “NanoArtography 2021”

Publicado em 09 novembro 2021

Votação popular está aberta até o dia 14 de novembro

 

O concurso “NanoArtography 2021”, promovido pelo A. J. Nanomaterials Institute da Drexel University, tem entre as imagens finalistas seis obras produzidas por pesquisadores brasileiros do Centro de Desenvolvimento de Materiais Funcionais (CDMF). Três das obras finalistas foram desenvolvidas pelo pesquisador associado Ricardo Tranquilin e as outras três pertencem ao artista plástico residente Enio Longo.

O CDMF já participou de outras edições do evento, que reúne imagens científicas de diversos pesquisadores e artistas do mundo. Em 2021, o concurso recebeu, ao todo, 195 imagens para competir. As obras vencedoras são escolhidas por meio de votação popular na página do Facebook do concurso, que nesta edição está aberta até o dia 14 de novembro de 2021.

Para conhecer as obras finalistas e votar, basta clicar nos links abaixo:

Obras Enio Longo:

Covid-2021

Dante’s Inferno

Maze of Colors

Obras Ricardo Tranquilin:

A Dice Games

The Reunion

Symbiosis

Nanoarte

A Nanoarte é uma expressão artística recente, surgida com a nanotecnologia, integrando ciência e arte. As imagens nanométricas captadas dos materiais pesquisados são ampliadas e colorizadas em computador com os propósitos de revelar a beleza das formas do universo invisível a olho nu e de popularizar e estimular a curiosidade científica.

O CDMF conta com um núcleo de criatividade em Nanoarte, formado por Rorivaldo Camargo, Ricardo Tranquilin, Enio Longo e Daniela Caceta, cujos trabalhos já foram expostos em inúmeras cidades brasileiras e em outros países (EUA, Israel, Espanha e Romênia, por exemplo), tendo sido premiado nas edições da “Mostra Internacional de Nanoart”, organizada em Nova Iorque (EUA) e em edições anteriores do Nanoartography.

CDMF

O CDMF, sediado na Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), é um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (Cepids) apoiados pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), e recebe também investimento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), a partir do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia dos Materiais em Nanotecnologia (INCTMN).

FONTE/CRÉDITOS: CDMF