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São Paulo tem mais empreendimentos comerciais em imóveis verticais do que horizontais

Publicado em 25 agosto 2021

Por Agência FAPESP*

Assim como ocorreu com as moradias, o comércio da cidade de São Paulo se verticalizou, em especial pelo crescimento dos imóveis comerciais de padrões médio e alto na capital paulista entre 2000 e 2020, aponta documento divulgado na segunda-feira (23/08) pelo Centro de Estudos da Metrópole (CEM).

A nota técnica, intitulada “Trajetória do Estoque Comercial Formal - Município de São Paulo, 2000/2020”, afirma ainda que cresceram os equipamentos comerciais de grande porte como armazéns, galpões de logística, equipamentos culturais, templos religiosos, estacionamentos e garagens comerciais.

O texto é assinado por Guilherme Minarelli e Eduardo Marques, respectivamente pesquisador júnior e diretor do CEM – um Centro de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPID) da FAPESP sediado na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (FFLCH-USP) e no Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap).

A nota técnica apresenta e discute a trajetória do estoque de imóveis comerciais no município de São Paulo nas duas últimas décadas. Integra um conjunto de estudos, publicados semanalmente pelo CEM, que aborda aspectos do planejamento municipal, como o parque imobiliário, a mobilidade, a participação social e o orçamento. Essa sequência de trabalhos está orientada a informar os debates sobre a revisão do Plano Diretor Estratégico (PDE) em curso, bem como as discussões que serão promovidas pelo Fórum SP 21, que ocorrerá entre 21 e 30 de setembro com o objetivo de analisar o planejamento urbano da cidade de São Paulo. O CEM é um dos apoiadores do evento.

Mais informações sobre o tema estão disponíveis no site do Fórum SP 21. A integra da nota técnica pode ser acessada em: https://centrodametropole.fflch.usp.br/sites/centrodametropole.fflch.usp.br/files/cem_na_midia_anexos/08-nota_tecnica_estoque_comercial.pdf.

* Com informações da Assessoria de Comunicação do CEM.

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Fonte: Agência FAPESP