Notícia

O Estado de S. Paulo

Qualidade de vida, um avanço na talassemia

Publicado em 16 outubro 2011

Por JOSÉ MARIA MAYRINK
Um ano, cinco anos, no máximo dez anos de sobrevida. Esse era o prognóstico que os médicos transmitiam aos pais de portadores de talassemia até meados da década de 1990, quando a doença - anemia do Mediterrâneo, cujo nome vem do grego talassa (mar) e aima (sangue) - ainda tinha tratamento limitado e oneroso até na Itália, onde é maior sua incidência. Dependentes de transfusões constantes, uma ou duas vezes por mês, os portadores da doença carregavam, colada ao corpo de oito a dez horas por dia, uma bombinha para infusão do [...]

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