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"Promover e implementar a inovação no agronegócio"

Publicado em 31 agosto 2016

Foi o que disse o presidente do Conselho Curador da FUNDAG (Fundação de Apoio à Pesquisa Agrícola), dr. Maurício Mendes, à Revista Canavieiros ao ser questionado sobre qual seria a missão da entidade. A Fundação foi criada em 1991, e desde então vem dando suporte às instituições de pesquisas e estreitando as relações entre os institutos e a iniciativa privada para o desenvolvimento de novas tecnologias e inovações no agronegócio. Para saber um pouco mais sobre a FUNDAG, confira a entrevista.

 

Revista Canavieiros: O que é a FUNDAG e quais suas atividades?

Maurício Mendes: Somos uma entidade de personalidade jurídica de direito privado, sem fins lucrativos, cuja finalidade é dar suporte e fomentar a formação de recursos humanos e as atividades de desenvolvimento em ciência e tecnologia agrícola.

Revista Canavieiros: Qual é a missão e a visão da FUNDAG?

Maurício Mendes: Nossa missão poderia se resumir ao nosso nome FUNDAG, como “Apoio à pesquisa agrícola”, mas entendemos que é muito mais do que isto, ou seja, “Promover e implementar a inovação no agronegócio”.

Nossa visão se baseia numa agricultura sustentável e agregadora, em um meio ambiente preservado, envolvendo instituições agrícolas cada vez mais fortes, considerando nos tornar uma referência internacional no que nos propomos a fazer, além de facilitar a integração entre o setor privado e os órgãos públicos. Propomos-nos ainda a disponibilizar mecanismos ágeis e eficientes para a execução de projetos de pesquisa, ensino e inovação tecnológica.

 

Revista Canavieiros: Qual é o quadro da FUNDAG hoje? Quem são os diretores, quantos funcionários e quem são os parceiros?

Maurício Mendes: Nossa equipe fixa conta com 19 colaboradores que são responsáveis pelos departamentos de Gestão, Secretaria e Comunicação, Pessoal, Recursos Humanos, Parcerias Privadas, Parcerias Públicas, Tecnologia da Informação, Contabilidade e Contratos e Convênios.

Esta equipe é comandada pelo Conselho Diretor, cujos membros são os pesquisadores Orivaldo Brunini (diretor presidente), Ronaldo Severiano Berton (diretor financeiro) e Renato Ferraz de Arruda Veiga (diretor administrativo). Há ainda um Conselho Fiscal, com três membros, e um Conselho Curador, composto hoje por 11 membros, sendo cinco da iniciativa privada e seis pesquisadores ligados aos institutos de pesquisa. Os nossos parceiros se dividem em entidades públicas e privadas.

Entre as públicas estão as principais entidades de pesquisa, ensino e extensão do Agro brasileiro, como IAC, CATI, EMBRAPA, ESALQ, FEHIDRO, IZ, IB, IF, IBOT, IEA, UNESP, UFSCAR, USP, UNICAMP, ITAL, entre outros. Entre as entidades privadas temos parcerias com WWF, Copercana, Fundecitrus, Syngenta, Basf, entre outras. O setor sucroalcooleiro também representa grande parcela de parceiros com cerca de 150 usinas, espalhadas pelo território nacional e em outros países como México e Peru, por exemplo.

Revista Canavieiros: Recentemente a FUNDAG completou 25 anos. Fale um pouco sobre a sua história.

Maurício Mendes: A FUNDAG tem crescido constantemente desde 1991. A equipe, juntamente com sua diretoria e conselhos, tem se esforçado no sentido de modernizar e consolidar os processos de captação de novos parceiros, assim como tem visado proporcionar excelência no atendimento aos coordenadores dos projetos. Nossa Fundação não deixou em nenhum momento de se basear em novas tecnologias e isso foi primordial para chegarmos onde estamos hoje, com uma sede nova e própria, com um site repaginado para contemplar todos nossos prospects dos setores público e privado, com legislações mais acessíveis e transparentes e um grupo de funcionários e diretores apto a encarar os desafios do agronegócio.

Revista Canavieiros: Qual é o papel da FUNDAG junto as instituições de pesquisas?

Maurício Mendes: O papel da FUNDAG em suma é diretamente relacionado com a gestão de recursos para pesquisas e projetos. Viabiliza o fomento para a formação de recursos humanos e geração de novas tecnologias científicas. Além disso, desenvolve processos ágeis no sentido de viabilizar a eficiente utilização de recursos públicos e privados para investimento em pesquisas.

Revista Canavieiros: Qual a ligação entre a FUNDAG e o IAC?

Maurício Mendes: No início o IAC foi o start para que a FUNDAG se lançasse no mercado e graças ao apoio do instituto muitas pesquisas foram viabilizadas e foram sucesso no mercado. Hoje ainda mantemos ligação próxima com IAC, com o Centro de Cana em Ribeirão Preto e o Centro de Citricultura em Cordeirópolis, por exemplo, onde temos projetos que geram tecnologias e recursos importantes. No entanto, hoje atendemos igualmente a todos os institutos de pesquisa agrícola, sem distinção. Havendo excelência em pesquisa podemos apoiar qualquer entidade pública ou privada de pesquisa em nosso setor.

Revista Canavieiros: De onde vêm os recursos da FUNDAG?

Maurício Mendes: Os recursos vêm de fundos como Fapesp, Cnpq e bancos como BNDES. As empresas e entidades privadas também são importantes para a obtenção de recursos e essenciais para promover nossos objetivos.

Revista Canavieiros: Quais são os maiores desafios dos centros de pesquisas hoje?

Maurício Mendes: Nossos desafios são manter uma captação constante de recursos. Além disso, queremos diminuir a burocracia para atrair nossos parceiros. Queremos ser reconhecidos pelo mercado como uma entidade de apoio à pesquisa eficiente, transparente e competitiva. O papel do Estado em prover recursos para pesquisa vai diminuir mais ainda. Por outro lado, o setor privado vai aumentar cada vez mais sua participação.

Revista Canavieiros: O que significa para o senhor estar à presidência do Conselho Curador da FUNDAG?

Maurício Mendes: Considero um grande desafio profissional. Tenho a satisfação de participar de uma equipe de alto nível. Todos no conselho são expoentes em seus setores, o que aumenta nossa responsabilidade, pois sabemos da importância de promover a pesquisa para o principal setor econômico do país. Nosso papel no Conselho Curador é garantir que a FUNDAG estará preparada para os desafios que o tempo nos trará.

Foi o que disse o presidente do Conselho Curador da FUNDAG (Fundação de Apoio à Pesquisa Agrícola), dr. Maurício Mendes, à Revista Canavieiros ao ser questionado sobre qual seria a missão da entidade. A Fundação foi criada em 1991, e desde então vem dando suporte às instituições de pesquisas e estreitando as relações entre os institutos e a iniciativa privada para o desenvolvimento de novas tecnologias e inovações no agronegócio. Para saber um pouco mais sobre a FUNDAG, confira a entrevista.

Revista Canavieiros: O que é a FUNDAG e quais suas atividades?

Maurício Mendes: Somos uma entidade de personalidade jurídica de direito privado, sem fins lucrativos, cuja finalidade é dar suporte e fomentar a formação de recursos humanos e as atividades de desenvolvimento em ciência e tecnologia agrícola.

Revista Canavieiros: Qual é a missão e a visão da FUNDAG?

Maurício Mendes: Nossa missão poderia se resumir ao nosso nome FUNDAG, como “Apoio à pesquisa agrícola”, mas entendemos que é muito mais do que isto, ou seja, “Promover e implementar a inovação no agronegócio”.

Nossa visão se baseia numa agricultura sustentável e agregadora, em um meio ambiente preservado, envolvendo instituições agrícolas cada vez mais fortes, considerando nos tornar uma referência internacional no que nos propomos a fazer, além de facilitar a integração entre o setor privado e os órgãos públicos. Propomos-nos ainda a disponibilizar mecanismos ágeis e eficientes para a execução de projetos de pesquisa, ensino e inovação tecnológica.

Revista Canavieiros: Qual é o quadro da FUNDAG hoje? Quem são os diretores, quantos funcionários e quem são os parceiros?

Maurício Mendes: Nossa equipe fixa conta com 19 colaboradores que são responsáveis pelos departamentos de Gestão, Secretaria e Comunicação, Pessoal, Recursos Humanos, Parcerias Privadas, Parcerias Públicas, Tecnologia da Informação, Contabilidade e Contratos e Convênios.

Esta equipe é comandada pelo Conselho Diretor, cujos membros são os pesquisadores Orivaldo Brunini (diretor presidente), Ronaldo Severiano Berton (diretor financeiro) e Renato Ferraz de Arruda Veiga (diretor administrativo). Há ainda um Conselho Fiscal, com três membros, e um Conselho Curador, composto hoje por 11 membros, sendo cinco da iniciativa privada e seis pesquisadores ligados aos institutos de pesquisa. Os nossos parceiros se dividem em entidades públicas e privadas.

Entre as públicas estão as principais entidades de pesquisa, ensino e extensão do Agro brasileiro, como IAC, CATI, EMBRAPA, ESALQ, FEHIDRO, IZ, IB, IF, IBOT, IEA, UNESP, UFSCAR, USP, UNICAMP, ITAL, entre outros. Entre as entidades privadas temos parcerias com WWF, Copercana, Fundecitrus, Syngenta, Basf, entre outras. O setor sucroalcooleiro também representa grande parcela de parceiros com cerca de 150 usinas, espalhadas pelo território nacional e em outros países como México e Peru, por exemplo.

Revista Canavieiros: Recentemente a FUNDAG completou 25 anos. Fale um pouco sobre a sua história.

Maurício Mendes: A FUNDAG tem crescido constantemente desde 1991. A equipe, juntamente com sua diretoria e conselhos, tem se esforçado no sentido de modernizar e consolidar os processos de captação de novos parceiros, assim como tem visado proporcionar excelência no atendimento aos coordenadores dos projetos. Nossa Fundação não deixou em nenhum momento de se basear em novas tecnologias e isso foi primordial para chegarmos onde estamos hoje, com uma sede nova e própria, com um site repaginado para contemplar todos nossos prospects dos setores público e privado, com legislações mais acessíveis e transparentes e um grupo de funcionários e diretores apto a encarar os desafios do agronegócio.

Revista Canavieiros: Qual é o papel da FUNDAG junto as instituições de pesquisas?

Maurício Mendes: O papel da FUNDAG em suma é diretamente relacionado com a gestão de recursos para pesquisas e projetos. Viabiliza o fomento para a formação de recursos humanos e geração de novas tecnologias científicas. Além disso, desenvolve processos ágeis no sentido de viabilizar a eficiente utilização de recursos públicos e privados para investimento em pesquisas.

Revista Canavieiros: Qual a ligação entre a FUNDAG e o IAC?

Maurício Mendes: No início o IAC foi o start para que a FUNDAG se lançasse no mercado e graças ao apoio do instituto muitas pesquisas foram viabilizadas e foram sucesso no mercado. Hoje ainda mantemos ligação próxima com IAC, com o Centro de Cana em Ribeirão Preto e o Centro de Citricultura em Cordeirópolis, por exemplo, onde temos projetos que geram tecnologias e recursos importantes. No entanto, hoje atendemos igualmente a todos os institutos de pesquisa agrícola, sem distinção. Havendo excelência em pesquisa podemos apoiar qualquer entidade pública ou privada de pesquisa em nosso setor.

Revista Canavieiros: De onde vêm os recursos da FUNDAG?

Maurício Mendes: Os recursos vêm de fundos como Fapesp, Cnpq e bancos como BNDES. As empresas e entidades privadas também são importantes para a obtenção de recursos e essenciais para promover nossos objetivos.

Revista Canavieiros: Quais são os maiores desafios dos centros de pesquisas hoje?

Maurício Mendes: Nossos desafios são manter uma captação constante de recursos. Além disso, queremos diminuir a burocracia para atrair nossos parceiros. Queremos ser reconhecidos pelo mercado como uma entidade de apoio à pesquisa eficiente, transparente e competitiva. O papel do Estado em prover recursos para pesquisa vai diminuir mais ainda. Por outro lado, o setor privado vai aumentar cada vez mais sua participação.

Revista Canavieiros: O que significa para o senhor estar à presidência do Conselho Curador da FUNDAG?

Maurício Mendes: Considero um grande desafio profissional. Tenho a satisfação de participar de uma equipe de alto nível. Todos no conselho são expoentes em seus setores, o que aumenta nossa responsabilidade, pois sabemos da importância de promover a pesquisa para o principal setor econômico do país. Nosso papel no Conselho Curador é garantir que a FUNDAG estará preparada para os desafios que o tempo nos trará.

 

Fonte: Fernanda Clariano - Revista Canavieiros - Edição 122