Notícia

JC e-mail

Projeto de robótica de incubadora no ParqTec é aprovado pela Fapesp

Publicado em 30 janeiro 2007

Inovação da empresa de São Carlos será aplicada nas áreas de entretenimento e educação

Com o apoio do Programa de Inovação Tecnológica em Pequena Empresa (Pipe) da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), a empresa Cientistas Associados, incubada na Fundação Parque de Alta Tecnologia de São Carlos/ParqTec, obteve aprovação de seu terceiro projeto na área de robótica.
O projeto prevê o desenvolvimento de uma plataforma universal e de módulos específicos para aplicações em robôs móveis nas áreas de educação e entretenimento.
O objetivo é criar uma plataforma com arquitetura aberta, possibilitando ao usuário desenvolver novas aplicações.
O projeto permite ainda o desenvolvimento de um sistema de visão embarcado (câmera conectada ao robô), braços mecânicos e software de comunicação para tele-operação, que permite programar o robô via web.
De acordo com o gerente da divisão de tecnologia da empresa, Antonio Valério Netto, essas inovações são uma seqüência de três projetos já desenvolvidos pela Cientistas Associados: o Sci-soccer, usado em jogos de futebol de robôs, e o RoboGol, também para área de entretenimento.
Outro projeto da empresa de São Carlos é o Curumim, aplicado para educação e pesquisa, com módulo de transmissão de imagem analógica, pinça mecânica com caneta e ambiente integrado de programação.
A Cientistas Associados planeja desenvolver ainda um único sistema que possa ser usado tanto na educação básica quanto para pesquisas de alto nível tecnológico.
"O sistema será flexível, com um software com programação em blocos, para as escolas de ensino fundamental e médio; e um software para pesquisadores e hobbistas"; explica Valério Netto.
A interface via internet também possibilita que o sistema robótico para educação seja utilizado como ferramenta de ensino a distância em escolas que não dispõem de laboratório de robótica.
"As escolas podem adquirir apenas o software e utilizar pela internet os robôs disponíveis no laboratório de robótica a distância que poderá estar disponível em outros estabelecimentos de ensino", explica Netto.
A fabricação e comercialização dos robôs móveis serão feitas pela unidade de negócios Xbot (Extreme Robot), única unidade de negócios brasileira a fabricar e comercializar robôs móveis na América Latina.
Além do grau de inovação e flexibilidade dos produtos, outra vantagem está no fato de a empresa oferecer o pós-venda (assistência técnica) no país, serviço que não é prestado pelas empresas estrangeiras.
(As informações são de Daelcio Freitas, da Ex-Libris Comunicação Integrada)
(Assessoria de Imprensa do MCT)