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Professor de engenharia de Dartmouth selecionado para liderar o novo laboratório brasileiro de biocombustíveis

Publicado em 13 julho 2021

Lee Lynd, o Distinguished Professor of Engineering de Queneau em Dartmouth, será o diretor fundador do novo Laboratório de Biocombustíveis Avançados de Segunda Geração (A2G) localizado no Universidade de campinas (Unicamp) no Brasil. A missão do laboratório é desenvolver e capacitar tecnologia para a produção sustentável de bioetanol, uma alternativa ao combustível fóssil, a partir de produtos agrícolas não comestíveis a um custo muito inferior ao que é possível atualmente.

Lynd, que tem uma longa história de envolvimento com o Brasil, continuará a liderar o Lynd Lab em Dartmouth, que também visa a produção lucrativa de biocombustíveis celulósicos para o benefício das pessoas e do meio ambiente. O laboratório de Dartmouth se concentra em matérias-primas de rodgrass e choupo, enquanto o laboratório A2G se concentra na cana-de-açúcar, que é uma matéria-prima abundante no Brasil, mas não nos Estados Unidos.

“O Brasil é claramente um lugar vantajoso para o avanço dos biocombustíveis celulósicos porque é uma das partes do mundo que pode cultivar a melhor biomassa e porque os biocombustíveis são uma grande parte da identidade e da economia brasileira”, disse Lynd. “Estou feliz por ter adicionado recursos e uma equipe maior para me dedicar a esses esforços.”

O laboratório de biocombustíveis A2G tem como meta estratégias de produção de etanol de segunda geração que reduzam o custo de produção. Uma vez otimizadas para o etanol, essas estratégias também podem permitir a produção comercial de outros combustíveis renováveis, incluindo hidrocarbonetos.

Membro do corpo docente de Dartmouth desde 1987, Lynd é especialista no uso de biomassa vegetal para produção de energia. Seu trabalho, que abrange os domínios da ciência, tecnologia e política, e inclui pesquisas de ponta sobre os aspectos fundamentais e biotecnológicos do uso da celulose microbiana, inclui mais de 250 publicações, mais de 34.000 citações e nove patentes concedidas.

Lynd é cofundadora, diretora científica (CSO) e diretora da startup de biocombustíveis Enchi Corp., líder da equipe de bioprocessamento estabelecida na O Centro de Inovação em Bioenergia, e fundador e presidente do Comitê Executivo da Iniciativa Global para Bioenergia Sustentável. Anteriormente, fue cofundador, CSO y director de Mascoma Corp., codirector del proyecto The Role of Biomass in America’s Energy Future, y representante de la industria de biocombustibles en un comité de asesoría a la oficina ejecutiva del presidente Clinton sobre la reducción de gases de efeito estufa. Emissões de gases de veículos pessoais.

Ele testemunhou perante o Senado dos Estados Unidos três vezes e é membro do Associação Americana para o Avanço da Ciência (AAAS). Ele recebeu inúmeros prêmios e homenagens, incluindo ser nomeado o destinatário inaugural do Prêmio Lemelson MIT de Sustentabilidade para invenções e inovações que aumentam as oportunidades econômicas e o bem-estar da comunidade, protegendo e restaurando o ambiente natural; também ganhou o Prêmio Charles D. Scott da Society for Industrial Microbiology and Biotechnology (SIMB) por suas contribuições notáveis ??no campo da biotecnologia para combustíveis e produtos químicos.

O apoio financeiro para o laboratório de biocombustíveis A2G vem de Fundação de Amparo à Pesquisa de São Paulo (FAPESP) por meio de seu programa de Cátedras de Excelência em São Paulo, que permite que acadêmicos de destaque internacional iniciem atividades de pesquisa em instituições acadêmicas do estado de São Paulo. O laboratório será co-organizado peloCentro de Biologia Molecular e Engenharia Genética (CBMEG) e Faculdade de Engenharia Química(FEQ) na Unicamp.

À medida que as viagens acadêmicas internacionais começam a ser retomadas, Lynd planeja passar dois meses no laboratório A2G no próximo ano e um mês em cada um dos próximos quatro anos do período da bolsa. Além disso, dois dos líderes de grupo do Dartmouth Lynd Lab, o Dartmouth Professor of Engineering Daniel Olson e o cientista pesquisador Evert Holwerda, vai passar um mês no laboratório A2G por ano.

“Os laboratórios estão apenas começando a reabrir no Brasil”, disse Lynd. “O próximo passo para nós será encomendar equipamentos e modernizar o laboratório. Temos seis alunos de doutorado da Unicamp que serão apoiados por esse laboratório e esperamos tê-los fisicamente lá a partir do final deste ano.”

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