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Produção científica qualificada da Unesp aumenta 36%

Publicado em 05 outubro 2015

A Universidade no mundo contemporâneo é uma instituição de ensino comprometida com a formação de recursos humanos de alto nível e com a produção de novos conhecimentos pelo desenvolvimento de pesquisa de excelência na pesquisa que gera inovação com reflexos na produção de riquezas imprescindíveis para o fortalecimento econômico do país, transferência de conhecimento através da extensão e a cultura do saber, bem como para equilíbrio e desenvolvimento social. Dentro deste contexto, a fonte propulsora da pesquisa desenvolvida em nível mundial ainda é a Universidade, que necessita responder aos vários desafios entrelaçados a uma agenda nacional de pesquisa.

 

A avaliação do seu papel é feita por indicadores de excelência e baseia-se fundamentalmente na qualidade de ensino, no impacto e relevância da pesquisa produzida, na titulação do corpo docente, na formação de recursos humanos competitivos para enfrentar os desafios com foco nos grandes problemas nacionais e internacionais, na inovação e na transferência de conhecimento com abordagens multi-, inter- e transdisciplinares, de forma a responder aos anseios da sociedade, promover desenvolvimento com sustentabilidade e responsabilidade social de forma a configurar-se em um veículo capaz de decodificar o conhecimento e retorná-lo à comunidade propiciando melhoramento da qualidade de vida da população.

 

A pesquisa como estratégia de crescimento

Todos estes parâmetros são constantemente usados na avaliação do desempenho das Universidades pelos Rankings, que tem como proposta apresentar um indicador de qualidade independente, capaz de atuar como referência de Universidades de Excelência em um contexto global. O reconhecimento internacional da Unesp em 2014 é realçado nos principais Rankings: no Academic Ranking of World Universities (ARWU) a Unesp ocupa, entre as Universidades Internacionais, a posição 301ª/400ª e, no Brasil, está entre a 2ª/5ª posição.

 

Comparando-se apenas as Universidades dos países de economias emergentes (BRICS) a Unesp está entre as Top 100. Em 2015, o QS University Rankings mensurou as universidades de todo o mundo e a Unesp encontra-se na 421ª/430ª posição mundial, em 27O entre os países dos BRICS, 38º na América Latina e no Brasil ocupa o honroso 4º lugar.

 

Na análise comparativa a Unesp posiciona-se entre as melhores Universidades do mundo, cujos dados corroboram com o potencial de seu crescimento, considerando que é uma universidade descentralizada, heterogênea, multi-campi e bastante jovem.

 

O Ranking da Nature Global Index analisou artigos publicados em periódicos com impacto mundial e em 2015 coloca a Unesp em 3º lugar no Brasil e em 6º na América Latina. O Scimago indicou o 2º lugar no Brasil, 3º na America Latina, e 5º entre as Ibero-Americanas. No RUF (Ranking Universitário da Folha de S. Paulo, a Unesp ocupa o 6º lugar.

 

Um dos pilares de sustentação para este crescimento é a evolução das publicações de artigos científicos em periódicos indexados em bases de dados internacionais e qualificação da pesquisa desenvolvida pelos docentes/pesquisadores. A comparação da produção científica total da Unesp no período de 2009-2014 mostra um crescimento de 27% em relação a 2003-2008 quanto aos artigos publicados, 75% na produção de livros e capítulos de livros e 21% na produção artística, como mostrado na Figura 1.

 

Figura 1. Produção científica total na forma de artigos, livros e capítulos livros e produção artística nos períodos de 2003-2008 e 2009-2014.

 

Se for considerada a produção científica segundo as bases de dados Scopus (banco de dados de resumos e citações de artigos de jornais/revistas acadêmicas que abrange em torno de 19,5 mil títulos de mais de cinco mil editoras internacionais, incluindo a cobertura de 16,5 mil revistas com avaliações feitas pelos pares nos campos científico, técnico, e de ciências médicas e sociais (incluindo as artes e humanidades) e Web of Science (WoS), base de dados que disponibiliza acesso a mais de 9.200 títulos de periódicos), o aumento, entre 2009 e 2014, foi, respectivamente, de 35% e 26% (Figura 2).

 

Esses dados confirmam o aumento da contribuição da pesquisa desenvolvida na Unesp para o país. Uma análise crítica da pró-reitora de Pesquisa da Unesp, Profª Maria José Soares Mendes Giannini, aponta que os dados são animadores. “Entre 2003-2008, 40% da produção total da Unesp estava presente na WoS, como apontado na Figura 3. A comparação da publicação na base de dados WoS mostra que no período 2009-2014, houve um aumento dessa relação para 42,5% da produção qualificada, conforme apresentado na Figura 3. O principal, porém, é que, na comparação entre os dois períodos, o percentual de publicações qualificadas aumentou 36% , explica a pró-reitora.

 

Figura 2. Produção científica  anual no período de 2009 a 2014 segundo base de dados SCOPUS e WEB OF SCIENCE (WoS).

 

Figura 3.  Comparação do total de artigos publicados nos períodos de 2003-2008 e 2009-2014 e aqueles divulgados na WoS.

 

“No entanto, a questão que vem sendo discutida no âmbito acadêmico está centrada não apenas em publicar mais, mas em publicar melhor, ou seja, em revistas cada vez mais qualificadas, que podem gerar maior índice de citações. O aspecto quantitativo deve também dar espaço ao qualitativo, ambos são importantes, explica a pró-reitora”.

 

Um dado ainda mais significativo da qualificação dos artigos da Unesp está na avaliação da distribuição das produções pelo fator de impacto JCR, o Journal Citation Reports. Ele oferece uma perspectiva para avaliação e comparação de periódicos por meio do acúmulo e tabulação de contagens de citações e artigos de praticamente todas as especialidades nos campos da ciência, com mais de 10.500 revistas, entre as mais citadas do mundo, em 232 disciplinas, envolvendo mais de 2.500 editores em 82 países, além de mais de 1.400 revistas regionais.

 

O JCR é uma importante ferramenta para auxiliar tanto pesquisadores, que podem usar como parâmetro para escolher onde publicar seus trabalhos e quais periódicos utilizar em suas pesquisas, quanto bibliotecários que realizam análises de coleções de periódicos para aquisição. O JCR permite identificar nos periódicos indexado na WoS os periódicos e os artigos de maior impacto e mais frequentemente citados em uma determinada área de pesquisa.

Dentro deste contexto, observa-se um real salto de qualidade na produção da Unesp nos últimos anos.

 

Ao se analisar a produção científica da Unesp em periódicos com JCR acima de 5, observa-se que houve um aumento de 76% no período 2009-2014 em relação a 2003-2008, como indicado na Figura 4. Na faixa de 3,001 a 4,0 o aumento foi de 90%, sendo também significativo nas faixas 2,001 a 3,0 (58%) e 1,001 e 2,0 (63%).

 

Figura 4. Qualificação da publicação usando % de artigos publicado sem periódicos com JCR 0 a 1,000; 1,001 a 2,000; 2,001 a 3,000; 3,001 a 4,000; 4,001 a 5,000 e maior que 5,001.

 

Pelo número de artigos publicados na base de dados WoS também é possível verificar que entre 2011 e 2013, as áreas que mais publicaram foram as Ciências Biológicas e as Ciências Agrárias, como demonstrado na Figura 5. No entanto, considerando o impacto dos artigos, as Ciências Exatas merece destaque e a Física apresenta os melhores resultados, seguida da Ciência de Materiais e da Ciência da Computação.

 

Figura 5. Distribuição da contribuição das grandes áreas de pesquisa na publicação da Unesp (base Wos- 2014)

 

Dos trabalhos publicados entre 2010-2014 na base de dados WoS observa-se que aproximadamente 27% dos artigos citados tem co-autoria internacional, ressaltando-se a grande importância das parcerias de cooperação internacional para a visibilidade da pesquisa produzida. O aumento da co-autoria com parceiros internacionais em relação à 2005-2009 mostra um aumento de 95%, evidenciando que a participação em colaborações internacionais é uma excelente forma de contribuir para a visibilidade e aumentar as citações dos trabalhos, comenta Maria José.

 

O desenvolvimento da pesquisa nas universidades, principalmente as públicas como a Unesp, para a pró-reitora, requer um sistema de gestão competente e recursos públicos e privados, priorizando-se a busca por soluções não apenas focadas nos problemas locais, regionais, mas também de alcance nacional e mundial.

 

Para atingir esse objetivo é necessário agregar responsabilidades no sentido de formar profissionais de alto nível que realizem pesquisas de ampla repercussão. Nesse sentido, grupos de pesquisa têm um papel fundamental.

 

No caso da Unesp, essa produção é consubstanciada por 1.182 grupos de pesquisa cadastrados no CNPq em 2014 e distribuídos nas seguintes áreas de conhecimento: 19% em Ciências Humanas, 7% em Ciências Sociais e Aplicadas, 7% em Linguística, Letras e Artes, 9% em Engenharias e Computação, 12% em Ciências Biológicas, 12% em Ciências Exatas e da Terra, 16% em Ciências da Saúde e 17 % em Ciências Agrárias. Os indicadores mostram que a distribuição e consolidação destes grupos entre as áreas do conhecimento é ainda bastante heterogênea (Figura 6). Deste modo, a Prope tem dedicado um olhar estratégico para a infraestrutura de pesquisa e definido políticas para implementação, fortalecimento, integração e internacionalização dos grupos atuantes em áreas de temáticas de fronteira.

 

Figura 6. Distribuição dos grupos de pesquisa nas grandes áreas de conhecimento (dados CNPq- 2014).

 

A qualificação da pesquisa desenvolvida por docentes/pesquisadores da Unesp reflete-se no total de 793 bolsistas de produtividade em pesquisa do CNPq, Destes, 457 são pesquisadores nível II, 318 são bolsistas nível I, 2 pesquisadores sênior e 16 pesquisadores de desenvolvimento tecnológico.

 

Considerando a importância dos elos de cooperação para a inserção externa a Pró-Reitoria de Pesquisa tem trabalhado fortemente no intercâmbio científico entre pesquisadores nacionais e internacionais. Com foco nestas parcerias, os docentes/pesquisadores da Unesp receberam entre 2009 a 2015, 1.894 auxílios internacionais da Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo) e, 18 projetos de cooperação internacional foram financiados pela Capep/CNPq (Coordenadoria de Aperfeiçoamento de Pessoal de Ensino Superior/Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico).

 

Ainda foram concedidas 30 bolsas de pós-doc para que docentes estrangeiros viessem do exterior para desenvolver atividades de pesquisa e foram implementados através da mobilidade de discentes/docentes em convênios bilaterais com as Universidade de Leuven (Reino Unido) e Hubei (China)”, informa a pró-reitora. Em adição, a PROPe também concedeu, de 2009 a 2015, em parceria com a Pró-reitoria de Pós-graduação (PROPG) aproximadamente 1.500 auxílios para revisão de língua inglesa e publicação em periódicos qualificados, além de 99 auxílios para editoração e apoio técnico, em parceria com a Coordenadoria de Gestão de Bibliotecas (CGB) para melhoria da qualidade das revistas científicas editadas pela Unesp.

 

Outras ações nessa mesma direção foram a oferta de cursos para a redação de artigos científicos (com auxílio Fapesp) e a concessão de auxílios a 275 docentes/pesquisadores para divulgação de trabalhos em eventos científicos internacionais. Em parceria com a Assessoria de Relações Externas (Arex), foram realizados, no período citado, 12 workshops internacionais e concedido apoio a 11 projetos em áreas de fronteira com inserção internacional. Também houve a publicação de dois e-books em língua estrangeira e oito nacionais reportando inovações em áreas estratégicas obtidas por pesquisadores da Unesp, em parceria com a Cultura Acadêmica, braço editorial da Editora Unesp, e ações no âmbito do Instituto Brasil-Europa, cooperação bilateral entre o Brasil e a União Europeia.

 

Captação de recursos em órgãos de fomento

Historicamente, a escassez de recursos financeiros mobiliza a comunidade das três Universidades Estaduais Paulistas a se aprimorar e aperfeiçoar projetos para obter maiores recursos das agências de fomento, como Fapesp, CNPq, Capes e Finep(Financiadora de Estudos e Projetos). Nesse aspecto, em relação à Fapesp, por exemplo, de 2003-2008 para 2009-2015, houve um aumento de 138% na captação de recursos e de 38% na aprovação de projetos regulares de pesquisa (Figura 7).

 

A comparação da captação de recursos entre o período de 2009-2015 e o período anterior de 2003- 2008 mostra também um aumento de 40% no número de projetos temáticos e 49,8 % no número de bolsas concedidas. A captação de recursos do CNPq também foi significativa. Essa evolução mostra que no período de 2011-2014 houve um aumento substancial de 26% em relação ao triênio anterior, comparando-se apenas a outorga de projetos referentes a auxílios à pesquisa do Edital Universal. Isso confirma que a política adotada encontrou repercussão na comunidade e forneceu melhora na qualidade dos projetos apresentados. Os valores investidos pela Finep na infraestrutura da Unesp mostrou um aumento de 420% em relação ao quadriênio anterior. Isto teve como alicerce o estabelecimento de normas e valorização dos grandes projetos que permitiram uma seleção de propostas mais elaboradas e adequadas ao desenvolvimento Institucional.

 

Figura 7. Número de bolsas e auxílios concedidos pela Fapesp entre 1991 a 2014 aos docentes/pesquisadores da Unesp.

 

A Prope busca reconhecer essa competência dos docentes/pesquisadores na captação de recursos externos. Com esse objetivo, foram concedidos 2.466 auxílios como contrapartida aos projetos científicos aprovados por órgãos de fomento entre 2009 e 2015. Foram também outorgadas 176 bolsas de Iniciação Cientifica para docentes recém-contratados com projetos aprovados junto à Fapesp e CNPq no período de 2012-2014.

 

Para a pró-reitora, o incentivo à captação de recursos deve caminhar ao lado de procedimentos como compartilhar laboratórios, equipamentos e ideias. “É essencial ampliar o diálogo da universidade com as necessidades da sociedade, além de enfatizar também a convergência entre as diferentes áreas do conhecimento, unidades e instituições, buscando soluções fundamentadas em nossas competências. Assim, será possível uma maior promoção do impacto social gerado pelo desenvolvimento da Ciência”.

 

Aglutinar competências

Na atualidade, a escassez de recursos mobiliza cada vez mais a comunidade para uma maior otimização do fomento. A criação de redes interdisciplinares de pesquisas para aglutinar docentes/pesquisadores com competências em áreas afins é vista como outro ponto fundamental. No período de 2009 a 2015 a PROPe incentivou e organizou 185 reuniões temáticas e workshops em diversas frentes, como Bioenergia, Redação Científica, Envelhecimento, Meio-Ambiente, Engenharias, Ciências Humanas, Ciências do Mar e Substituição de Testes em Animais.

 

Nessa mesma linha de valorizar o capital intelectual dos recursos humanos da Universidade, docentes/pesquisadores recém-contratados, receberam, pelo Programa Primeiros Projetos, 549 auxílios e 341 bolsas de Iniciação Científica, sendo que esse estímulo contribuiu para a inserção de 77% deles na pós-graduação. Já os docentes que ainda não atuavam na pós-graduação, pelo Programa Renove, receberam 144 auxílios/bolsas de Iniciação Científica, o que colaborou para que 58% deles fossem  inseridos em programas stricto sensu.

 

No sentido de acelerar e qualificar a produção cientifica da Unesp, foi possível fixar 267 recém-doutores e 11 jovens pesquisadores em grupos de pesquisas da universidade. Também ocorreu a contratação de 54 técnicos de nível superior e a concessão de 57 bolsas de apoio técnico para a consolidação dos laboratórios multiusuários. “Houve ainda a concessão de 84 bolsas para apoiar atividades de pesquisa alicerçadas em projetos temáticos da Fapesp”, lembra a pró-reitora.

 

No intuito de engajar o corpo discente em nível de graduação a desenvolver o pensamento científico e a criatividade decorrente das ações criadas pelo confronto dos problemas de pesquisa, procurou-se estimular os pesquisadores de reconhecida excelência a incorporar estudantes de Graduação em seus trabalhos e projetos de pesquisa e incentivar jovens talentos a ingressarem nos cursos de Graduação oferecidos pela Unesp. Esse conjunto de ações tem um de seus pontos mais importantes no incentivo à Iniciação Científica, considerada uma via de integração da pesquisa com o ensino. São 641 bolsas do CNPq/ano, com contrapartida de 500 bolsas da Unesp. Houve ainda, de 2009 a 2015, a outorga de 5.314 bolsas Fapesp de Iniciação Científica, além de 1.319 projetos, entre 2012-2014, realizados sem bolsa. Esses alunos tem a oportunidade de mostrar seus trabalhos em congresso científico anual realizado em duas fases (Figura 8), após prévia seleção de trabalhos de grande impacto nas Unidades.

 

Figura 8. Número de alunos de graduação inscritos no Congresso de Iniciação Científica no período de 2009 a 2014.

 

Igualmente, diversas atividades da Prope em ações transversais com outras dimensões da Reitoria também vêm gerando resultados. É o caso do incentivo ao empreendedorismo nas unidades complementares, com cinco projetos de inovação, em andamento graças à parceria entre a Agência Unesp de Inovação (AUIN), a Pró-Reitoria de Pós-Graduação (Propg) e a Pró-Reitoria de Extensão Universitária (Proex). O mesmo ocorre, desde 2013, com a normatização do programa de pós-doutorado na Unesp que, em parceria com a Propg, regulamentou 1.001 pesquisas.

 

Maria José lembra ainda que, para minimizar as atividades burocráticas inerentes ao docente/pesquisador, a Unesp investiu na criação, ampliação e fortalecimento de 34 escritórios de apoio à pesquisa (ERAPI), com estabelecimento da legislação própria, adequação de infraestrutura do espaço físico, equipamentos e softwares e treinamento da equipe com cursos específicos para gerenciamento de projetos.

 

Outras ações da Prope no sentido de dar apoio ao Biotério Central do Instituto de Biotecnologia (IBTEC) da Unesp, em Botucatu, SP, e aos biotérios nas diferentes Unidades para atender as exigências mínimas do CONCEA - Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal, órgão integrante do Ministério da Ciência e Tecnologia, o apoio às coleções biológicas e o reparo emergencial de equipamentos foram relevantes para a infraestrutura de pesquisa na Unesp.

 

“As pesquisas, sejam elas oriundas das ciências experimentais, sejam originadas no campo das Humanidades, devem se pautar pelo enfrentamento das questões que se apresentam para o futuro de todos os cidadãos, para o futuro do mundo.Para atingir pesquisas cada vez mais qualificadas, precisamos maximizar nosso capital intelectual de incentivo à pesquisa em temáticas na fronteira do conhecimento, estabelecendo elos de cooperação com vistas à união interna da Unesp e à sua inserção externa, com vistas ao desenvolvimento de novas ideias e projetos que propiciem avanços em consonância com os anseios da sociedade”, conclui a pró-reitora.

 

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