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Folha de Valinhos online

Primeiro ano do Agropolo Campinas tem avaliação positiva em seminário

Publicado em 04 agosto 2017

A experiência do primeiro ano do Agropolo Campinas-Brasil foi tema nesta quinta-feira, dia 3 de agosto, do Seminário “Políticas Públicas para o Desenvolvimento da Bioeconomia (PPPBio)”, na sede da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), em São Paulo. O prefeito de Campinas, Jonas Donizette, que também preside o Conselho do Agropolo, destacou a importância da inovação nas ações, estratégica adotada pelo governo municipal. O secretário de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, Arnaldo Jardim, também participou do evento e elogiou a iniciativa de Campinas.

O destaque do seminário foi a discussão dos resultados do primeiro ano de atividade do projeto “Agropolo Campinas-Brasil: Roadmap para identificação de áreas estratégicas de pesquisa visando a criação de um ecossistema bioeconômico de classe mundial”, apoiado pela Fapesp no programa de Pesquisa em Políticas Públicas. O debate focou oportunidades, barreiras e desafios tecnológicos para avanços em direção à bioeconomia e como cada instituição pode contribuir, de forma coletiva, para promover o desenvolvimento.

Futuro inovador

Participante da mesa redonda “Esforços Colaborativos para o Desenvolvimento da Bioeconomia e da Inovação”, Jonas Donizette, que também é presidete da Frente Nacional de Prefeitos (FNP), destacou a importância de estar na Fapesp realizando uma prestação de contas de tudo o que foi feito. “Hoje faz um ano que nós criamos o Agrolo Campinas-Brasil. É uma união de todos os nossos institutos de pesquisa, da Unicamp, da iniciativa privada, da Secretaria de Estado da Agricultura e a Prefeitura de Campinas está à frente de tudo isso. É uma maneira de pensarmos o mundo com um olhar diferente. Saímos da era do combustível fóssil para a era da bioeconomia, ou seja, tanto na parte de energia, da alimentação, da saúde das pessoas, da agricultura, temos que usar processos mais eficientes, mais produtivos e mais sustentáveis também.”

O Agropolo é uma plataforma interinstitucional que tem o objetivo de conduzir projetos que alavanquem o desenvolvimento por meio da aproximação de instituições de pesquisa com o setor produtivo, com a participação de empresas de vários setores da economia, inclusive startups, a fim de incentivar a inovação e a competitividade.

“Hoje, a nossa bioeconomia responde por 20% de toda a produção do País. A ideia é chegar em 2050 elevando isso em 100%, ou seja, chegar a em um nível de 40% da economia do Brasil. O nome é Agropolo Campinas-Brasil justamento por isso. É muito importante para nossa cidade, mas é mais do que isso, é importante para o País”, afirmou o prefeito.

Para o prefeito, a mudança se inicia em casa. “Para mudar as questões climáticas do mundo é preciso começar pelas cidades. A população mundial está ficando cada dia mais urbana e as cidades precisam se apresentar cada vez mais sustentáveis. Campinas quer estar à frente desse processo. É uma cidade que tem a tecnologia no seu DNA”, afirmou. O Agropolo é uma união de todos esses esforços e compartilhamentos. Vamos aplicá-lo na prática para gerar riqueza e qualidade de vida para a nossa comunidade, avalia.

O secretário Arnaldo Jardim elogiou o prefeito Jonas Donizette por “pensar estrategicamente o crescimento da cidade” e não apenas se preocupar com os assuntos do cotidiano que fazem parte do trabalho de um prefeito. Em sua avaliação, a opção pela bioeconomia é “condizente com a história de Campinas e muito condizente com o futuro. “Temos um entusiamo muito grande com o que era a ideia e agora é a ação concreta do Agropolo Campinas, que começa a orientar o desenvolvimento das unidades autônomas, sejam de pesquisa ou de negócios”.

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assessoria de imprensa da prefeitura de campinas