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Prêmio: Pesquisa Fapesp ganha prêmios de reportagem

Publicado em 14 agosto 2006

Pesquisa FAPESP ganhou o primeiro e o segundo lugares do Prêmio de Reportagem sobre Biodiversidade da Mata Atlântica, na categoria veículo impresso, concedido pela organização não-governamental Conservação Internacional Brasil. O concurso está na sexta edição e esta é a quinta em que textos da revista são premiados. O primeiro lugar foi da repórter e colaboradora de Pesquisa FAPESP Alessandra Pereira, com a matéria "A vida entre folhas secas" , publicada em fevereiro de 2006. O editor de Ciência, Carlos Fioravanti, ganhou em segundo lugar com a matéria "Por que as florestas são diferentes" , de janeiro deste ano. As duas reportagens vencedoras trataram de pesquisas desenvolvidas no âmbito do programa Biota/FAPESP, que faz um levantamento de toda a biodiversidade paulista. Maura Campanili ficou em terceiro com a matéria "Conte até três antes de abrir a gaiola", publicada na revista Terra da Gente.
Na categoria televisão ganhou outra mulher, Beatriz de Castro Serra, da TV Globo de Pernambuco, com a reportagem "O Pacto Murici", veiculada em novembro de 2005 no programa Nordeste Viver e Preservar. O segundo lugar foi para Flávio Fachel e equipe pelo trabalho "Nossa mata — espécies em extinção", exibida no Jornal Nacional. E o terceiro foi para Francisco José de Brito, também da TV Globo, com "Amazônia nordestina", que apareceu no Globo Repórter.
O resultado da premiação foi anunciado na noite de 9 de agosto em evento que reuniu 300 pessoas em São Paulo. As duas principais vencedoras ganharam viagem à Madrid para participar do Oitavo Congresso Nacional de Meio Ambiente na Espanha, que se realizará entre 27 de novembro e 1 de dezembro de 2006. O prêmio para os segundos e terceiros lugares é de R$ 5 mil e R$ 2,5 mil, respectivamente. Foram concedidas também cinco menções honrosas na categoria impresso e quatro na televisão (veja matéria completa sobre a premiação no site da CI).
O prêmio teve um recorde de inscrições em 2006: 102 na categoria impresso e 68 em televisão. "Cada reportagem significa o registro e a documentação das várias peculiaridades e tendências em diferentes regiões da Mata Atlântica", disse Márcia Hirota, diretora de Gestão do Conhecimento da Fundação SOS Mata Atlântica, no site da Conservação Internacional Brasil. "Os jornalistas e os veículos de comunicação são importantes aliados desta causa e possuem o papel fundamental de levar ao grande público nossa mensagem e demonstrar como essas questões afetam diretamente a qualidade de vida e o dia a dia de milhões de pessoas que vivem neste bioma."
O Prêmio de Reportagem sobre Biodiversidade na Mata Atlântica é promovido pela Aliança para a Conservação da Mata Atlântica, uma parceria entre as organizações não-governamentais Conservação Internacional (CI-Brasil) e Fundação SOS Mata Atlântica, com apoio da Fundación Biodiversidad da Espanha. No Brasil, o concurso tem o patrocínio da Colgate-Palmolive/Sorriso Herbal.