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Precisa melhorar atenção à saúde mental de criança, diz pesquisadora

Publicado em 05 abril 2013

São Paulo - O atendimento em saúde mental em todo o mundo está aquém do desejável. E, mesmo em países com muitos recursos, como os Estados Unidos, ainda há várias barreiras - como o estigma social dos transtornos mentais e a falta de informação sobre a existência de tratamento - para possibilitar o acesso, principalmente de crianças, aos serviços de apoio psicológico, segundo avaliação de Cristiane Seixas Duarte, professora do Departamento de Psiquiatria Infanto-Juvenil da Columbia University, nos Estados Unidos.

Segundo ela, mais de 75% dos transtornos mentais começam na infância ou até os 18 anos de idade - quando o cérebro, a personalidade e as relações estão em desenvolvimento.

Ela proferiu conferência na São Paulo School of Advanced Science for Prevention of Mental Disorders (Y Mind) sobre o contexto e o desenvolvimento da psicopatologia (estudo dos estados psíquicos relacionados ao sofrimento mental) de crianças. Promovida pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), em parceria com a Universidade de São Paulo (USP), a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), a Universidade de Columbia, dos Estados Unidos, e o Kings College, da Inglaterra, o evento, realizado no âmbito do Programa Escola São Paulo de Ciência Avançada (ESPCA), da Fapesp, ocorreu entre 25 e 29 de março no campus da Unifesp, em São Paulo. As informações são da Agência Fapesp.

AE

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