Notícia

O Estado de S. Paulo

Pesquisas indicam chance de ‘corrigir’ desequilíbrio no cérebro de autistas

Publicado em 25 março 2018

Por Adriana Ferraz e Fabiana Cambricoli
Brincar com colegas ou passear em locais públicos com a família nem sempre são fontes de diversão para Teodoro, de 9 anos. Se algo não sai como esperado ou foge da rotina, a reação pode ser explosiva, com atitudes agressivas e berros. “O que sinto no meu filho é uma constante angústia com coisas que ele não deveria se preocupar, como o convívio com outras crianças”, conta a artista plástica Juliana Ali, de 41 anos. A dificuldade de interação social, muitas vezes confundida com birra ou timidez, é uma das principais [...]

Conteúdo na íntegra disponível para assinantes do veículo.