Notícia

Alimento Seguro

Pesquisas em cana e etanol

Publicado em 23 julho 2007

Fapesp lança publicação que reúne informações sobre projetos de pesquisa em cana-de-açúcar, etanol e outros produtos industriais apoiados pela Fundação nos últimos dez anos 


Alimento Seguro (23/07/2007) -- O Brasil é o maior produtor de etanol de cana-de-açúcar do mundo e ocupa posição de liderança na tecnologia de sua produção. Os avanços tecnológicos permitem que a produtividade seja destacada e os custos de produção bem inferiores aos dos concorrentes internacionais.

Essa liderança e competitividade devem-se ao longo trabalho de muitos anos feito por pesquisadores em instituições de ensino e pesquisa e em empresas privadas, que resultou em valiosa bagagem de conhecimento e de tecnologia sobre a cana, seus derivados e sobre o processo de fabricação do etanol de cana.

As pesquisas trataram de temas diversos, como o melhoramento genético da planta, combate a pragas, técnicas agrícolas e de colheita, impactos da cultura no meio ambiente e tecnologias de fabricação do etanol, incluindo-se a hidrólise e a fermentação.

Manter a liderança e a competitividade no momento em que o mundo descobre o bioetanol como uma alternativa energética e muitos países investem maciçamente na tecnologia de sua produção, a partir principalmente de celulose, exige mais esforço brasileiro em pesquisa.

A FAPESP sempre esteve atenta à importância da cana e do etanol na economia paulista e vem dando uma contribuição significativa no avanço do conhecimento científico e tecnológico do setor. Na publicação Brasil líder mundial em conhecimento e tecnologia de cana e etanol A contribuição da FAPESP, que acaba de ser lançada, estão reunidas informações sobre projetos de pesquisa em cana-de-açúcar, etanol e outros produtos industriais apoiados pela FAPESP nos últimos dez anos.

São projetos de pesquisa desenvolvidos por meio de bolsas, Auxílios a Pesquisa, Projetos Temáticos e pelos programas Inovação Tecnológica em Pequenas Empresas (PIPE) e Pesquisa em Parceria para Inovação Tecnológica (PITE).

fonte: Agência FAPESP