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Pesquisadores e especialistas internacionais visitam Parque das Neblinas

Publicado em 07 fevereiro 2020

Cerca de 70 pessoas estiveram na reserva para conhecer ações de restauração e conservação da Mata Atlântica realizadas pelo Ecofuturo

O Ecofuturo recebeu, nesta semana, no Parque das Neblinas – reserva ambiental da Suzano em Mogi das Cruzes e Bertioga, gerida pelo Instituto –, grupos de pesquisadores brasileiros e holandeses, além de participantes do evento BIO2020 – Perspectivas Brasileiras para o Marco Pós-2020 de Biodiversidade. Os visitantes conheceram as ações de restauração e conservação da Mata Atlântica promovidas pelo Ecofuturo, e as relações da unidade com o desenvolvimento sustentável da região e proteção da biodiversidade.

O encontro de ontem, dia 6, reuniu cerca de 30 pesquisadores brasileiros e holandeses que tiveram projetos relacionados à restauração da Mata Atlântica aprovados em edital da FAPESP, em conjunto com agência de pesquisas da Holanda. A visita de campo foi acompanhada por pesquisadores da ESALQ/USP, coordenados pelo prof. Dr. Pedro Brancalion. Além de conhecer o trabalho feito na área pelo Instituto Ecofuturo e um estudo focado em tecnologias para a restauração que está em desenvolvimento, o objetivo foi buscar sinergias para potencializar a colaboração científica entre as equipes.

“Esta visita inaugura um esforço internacional entre São Paulo e Holanda para desenvolver conhecimento e tecnologia para a restauração do bioma e visa apresentar o Parque das Neblinas aos pesquisadores holandeses. A reserva é uma área emblemática para a regeneração da Mata Atlântica e um potencial laboratório a céu aberto para a realização de nossas pesquisas”, explica Brancalion.

Já a visita realizada na última quarta-feira, dia 5, reuniu no Parque cerca de 40 participantes do BIO2020 – Perspectivas Brasileiras para o Marco Pós-2020 de Biodiversidade, evento que aconteceu esta semana em São Paulo para discutir as contribuições do Brasil para a renovação dos compromissos com a conservação global da diversidade biológica, como preparação para 15ª Conferência das Partes (COP15) para a Convenção sobre Diversidade Biológica (CDB) da ONU, que acontecerá em outubro, na China.

Na reserva, o grupo aprofundou as discussões e reflexões sobre restauração de ecossistemas, e produção e consumo sustentáveis e favoráveis à fauna e flora silvestre. Os participantes também conhecerem o trabalho do Ecofuturo no local, e a relação da unidade com a estratégia de sustentabilidade da Suzano.

Sobre o Instituto Ecofuturo

O Instituto Ecofuturo contribui para transformar a sociedade por meio da conservação ambiental e promoção de leitura, integrando livros, pessoas e natureza. Entre as principais iniciativas estão o projeto Biblioteca Comunitária Ecofuturo, com a implantação de mais de 100 bibliotecas no País, e a gestão do Parque das Neblinas, onde são desenvolvidas atividades de educação ambiental, pesquisa científica, ecoturismo, manejo e restauração florestal, e participação comunitária. Organização sem fins lucrativos, fundada em 1999 e mantida pela Suzano, o Instituto atua como articulador entre sociedade civil, poder público e o setor privado. Conheça mais sobre o Ecofuturo em www.ecofuturo.org.br, e acompanhe em www.facebook.com/InstitutoEcofuturo, www.youtube.com/institutoecofuturo e www.instagram.com/ecofuturo.

Sobre a Suzano

A Suzano, empresa resultante da fusão entre a Suzano Papel e Celulose e a Fibria, tem o compromisso de ser referência global no uso sustentável de recursos naturais. Líder mundial na fabricação de celulose de eucalipto e uma das maiores fabricantes de papéis da América Latina, a companhia exporta para mais de 80 países e, a partir de seus produtos, está presente na vida de mais de 2 bilhões de pessoas. Com operações de dez fábricas, além da joint operation Veracel, possui capacidade instalada de 10,9 milhões de toneladas de celulose de mercado e 1,4 milhão de toneladas de papéis por ano. A Suzano tem mais de 35 mil colaboradores diretos e indiretos e investe há mais de 90 anos em soluções inovadoras a partir do plantio de eucalipto, as quais permitam a substituição de matérias-primas de origem fóssil por fontes de origem renovável. A companhia possui os mais elevados níveis de Governança Corporativa da B3, no Brasil, e da New York Stock Exchange (NYSE), nos Estados Unidos, mercados onde suas ações são negociadas.

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