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Pesquisadores do CDMF participam da banca de defesa de doutorado na UFPB

Publicado em 19 fevereiro 2020

No último dia 5 de fevereiro, Júlio Ricardo Sambrano, professor da Universidade Estadual Paulista (Unesp) campus Bauru e pesquisador do Centro de Desenvolvimento de Materiais Funcionais (CDMF), participou da defesa pública da tese de doutorado do seu orientado Thiago Marinho Duarte, no Programa de Pós-Graduação em Química (PPGQ) da Universidade Federal da Paraíba (UFPB). O trabalho apresentado por Duarte também contou com orientação de Ieda Maria Garcia, professora da UFPB.

Intitulada “Catalisadores a base de BaSnO3 modelados computacionalmente por meio de DFT”, a tese teve como ponto central a caracterização teórica da Perovskita Cúbica BaSnO3 (BSO). Foram exploradas diversas técnicas de simulação de sólidos, com enfoque na influência da pressão em suas propriedades eletrônicas e estruturais, bem como a análise vibracional outras fases (R3m, Pbnm e I4/mcm) que ainda não foram observadas experimentalmente.

Também foram avaliadas propriedades das superfícies no âmbito energético, estrutural e eletrônico, incluindo-se um diagrama das possíveis transformações morfológicas de nanopartículas.

Duarte realizou seus estudos computacionais no Grupo de Modelagem e Simulação Computacional de Bauru, sob a coordenação e orientação de Sambrano e realizou um estágio na Universidade Jaume I (UJI), na Espanha, sob a orientação do pesquisador Juan Andres, professor da UJI, com financiamento da CAPES, por meio do projeto de cooperação entre a universidade espanhola, o CDMF e a Unesp de Bauru.

Além de Sambrano e de Garcia, também participaram da banca avaliadora da tese os pesquisadores Gerd Bruno da Rocha e Otávio Luís de Santana, ambos da UFPB, Anderson do Reis Albuquerque da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) e Renan Augusto Pontes Ribeiro, pesquisador do CDMF.

CDMF

O CDMF é um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (Cepids) apoiados pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), e recebe também investimento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), a partir do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia dos Materiais em Nanotecnologia (INCTMN).