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Jornal O Imparcial (Araraquara, SP)

Pesquisadores da UFSCar desenvolvem projeto em cooperação com grupo francês

Publicado em 28 outubro 2020

Por Da redação

Os pesquisadores Luís Fernando da Silva e Waldir A vansi Júnior, ambos professores do Departamento de Física da Universidade Federal de São Carlos (DF — UFSCar), Ariadne Cristina Catto, pós-doutoranda no DE-UFSCar, e João Vi etor de Palma, graduando em Física pela UFSCar — todos integrantes do Centro de Desenvolvimento de Materiais Funcionais (CDME) —, acabam de publicar os resultados de uma pesquisa realizada em colaboração com o Institut Matéria ux Micro eléctron i que Na no science de Provence (IM2NP), na França, no periódico internacional Sensor s and Actua tors B. O trabalho, intitulado “ BTEX Gas Sensor Based on Hematite Micro rhombus es ”, apresenta o potencial da aplicação de cristais de hematita na detecção de pequenas concentrações de gases BTEX, (a partir de 3 ppb — partes por bilhão). Os BTEX (Benzeno, Tolueno, Etilbenzeno, e os três isômeros de Xileno) pertencem ao grupo de VOCs (Compostos Orgânicos Voláteis — Volatil e Organic Compounds) aromáticos e são responsáveis por graves impactos ao ambiente e à saúde. Entre as principais fontes de emissões desses gases estão Os postos de gasolina e o tráfego de veículos, além de alguns produtos como, por exemplo, tintas, solventes, ceras e pesticidas, comuns em nosso cotidiano, o que reforça a importância do desenvolvimento de ferramentas e sistemas mais eficientes para o monitoramento desses poluentes, À pesquisa, apoiada pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP), foi conduzida na UFSCar e na Université Aix marseille, na França, e teve seus resultados preliminares apresentados na MRS Fall Meeting, em Boston, nos Estados Unidos. em 2019. O artigo também tem como autores os pesquisadores Sandrine Bernardini, Tomas Fiorido, Khalifa A gui e Marc Benda han. CDMF O CDMF é um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (Cep ids) apoiados pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp). e recebe também investimento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), a partir do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia dos Materiais em Nanotecnologia ().

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