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Pesquisa sobre desenvolvimento da "cana papaia" mostra potencial na produção de bioetanol

Publicado em 02 abril 2019

Marcos Buckeridge, coordenador do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia do Bioetanol (INCT-Biotenol) e diretor e professor do Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo (IB-USP) falou sobre pesquisas que avançam no desenvolvimento da "cana papaia" e ajudam na produção de bioetanol.
Ele explica que o fruto do mamão papaia quando amadurece, amolece e se torna mais fácil de extrair açúcar. Na pesquisa foi induzido um processo similar ao do mamão na cana papaia para amolecer qualquer parte dela. Com isso, o bagaço ficaria mais fácil de digerir.
Com o avanço do estudo, descobriu-se que é possível retirar etanol desse bagaço.
Dessa forma seria possível cultivar variedades de cana com a parede celular amolecida como a do mamão e, com isso, facilitar a degradação desse envoltório e viabilizar a produção em larga escala de bioetanol de segunda geração a partir  da biomassa.
"O etanol é um dos triunfos da tecnologia brasileira", enfatiza.
O Brasil Rural vai ao ar de segunda a sexta-feira, às 5h, pelas rádios Nacional AM Brasília e Nacional AM Rio; sábado, às 5h, pela Rádio Nacional do Alto Solimões e, às 7h, pelas rádios Nacional AM Brasília e Nacional da Amazônia.

Marcos Buckeridge, coordenador do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia do Bioetanol (INCT-Biotenol) e diretor e professor do Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo (IB-USP) falou sobre pesquisas que avançam no desenvolvimento da "cana papaia" e ajudam na produção de bioetanol.

Ouça no player abaixo:

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Ele explica que o fruto do mamão papaia quando amadurece, amolece e se torna mais fácil de extrair açúcar. Na pesquisa foi induzido um processo similar ao do mamão na cana papaia para amolecer qualquer parte dela. Com isso, o bagaço ficaria mais fácil de digerir.

Com o avanço do estudo, descobriu-se que é possível retirar etanol desse bagaço.

Dessa forma seria possível cultivar variedades de cana com a parede celular amolecida como a do mamão e, com isso, facilitar a degradação desse envoltório e viabilizar a produção em larga escala de bioetanol de segunda geração a partir  da biomassa.

"O etanol é um dos triunfos da tecnologia brasileira", enfatiza.

Brasil Rural

No AR em 02/04/2019 - 05:00

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