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Pesquisa: Ribeirão Preto aparece como ‘terreno fértil para inovação’

Publicado em 14 setembro 2016

Por Bruno Silva
Os pesquisadores Bruno Brandão Fischer, Sérgio Robles Reis de Queiroz – da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) – e Nicholas Vonortas – da George Washington University (GWU), dos Estados Unidos – analisaram a prevalência do empreendedorismo intensivo em conhecimento (KIE, na sigla em inglês) no Estado de São Paulo.
O estudo “Empreendedorismo Intensivo em Conhecimento”, apresentado na Atlanta Conference on Science and Innovation Policy, nos Estados Unidos, no ano passado, e publicado na revista Pesquisa Fapesp em agosto deste ano, pretendia verificar a concentração de empresas jovens e inovadoras que utilizam novas tecnologias geradas por universidades e pelas próprias startups para aproveitarem oportunidades de negócios em setores diversos.
Ranking
Eles analisaram cidades que receberam apoio do programa Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (Pipe), da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP), que apoia pesquisas científicas e tecnológicas em micros, pequenas e médias empresas para saberem em quais municípios paulistas se concentravam os investimentos.
Foram identificados 1.130 projetos Pipe distribuídos em 114 cidades que tiveram pelo menos uma bolsa concedida entre 1998 e 2014 e os pesquisadores destacaram cinco municípios pela alta concentração de investimentos: São Paulo (298 projetos), Campinas (197), São Carlos (177), São José dos Campos (72) e Ribeirão Preto (55).
Eles notaram que, embora a capital paulista abrigue a maior quantidade, em termos relativos, São Carlos é a cidade de maior destaque, com 199 projetos Pipe por grupo de 100 mil habitantes. Por esta ótica, Ribeirão Preto ficou na frente da cidade de São Paulo, com 23,12 projetos (confira o gráfico).
Polo tecnológico
Ribeirão Preto conta atualmente com o Supera – Parque de Inovação e Tecnologia de Ribeirão Preto, uma incubadora de empresas criada em 2003, com a finalidade de auxiliar a criação de empresas de base tecnológica.
O local promove a transferência de conhecimento em diversos tipos de atividades. É responsável por atrair e reter empresas tecnológicas, com destaque para os setores de Saúde, Biotecnologia, Tecnologia da Informação e Bioenergia. O Parque surgiu do convênio entre a USP, Prefeitura Municipal de Ribeirão Preto e Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado de São Paulo.

Os pesquisadores Bruno Brandão Fischer, Sérgio Robles Reis de Queiroz – da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) – e Nicholas Vonortas – da George Washington University (GWU), dos Estados Unidos – analisaram a prevalência do empreendedorismo intensivo em conhecimento (KIE, na sigla em inglês) no Estado de São Paulo.

O estudo “Empreendedorismo Intensivo em Conhecimento”, apresentado na Atlanta Conference on Science and Innovation Policy, nos Estados Unidos, no ano passado, e publicado na revista Pesquisa Fapesp em agosto deste ano, pretendia verificar a concentração de empresas jovens e inovadoras que utilizam novas tecnologias geradas por universidades e pelas próprias startups para aproveitarem oportunidades de negócios em setores diversos.

Ranking

Eles analisaram cidades que receberam apoio do programa Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (Pipe), da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP), que apoia pesquisas científicas e tecnológicas em micros, pequenas e médias empresas para saberem em quais municípios paulistas se concentravam os investimentos.

Foram identificados 1.130 projetos Pipe distribuídos em 114 cidades que tiveram pelo menos uma bolsa concedida entre 1998 e 2014 e os pesquisadores destacaram cinco municípios pela alta concentração de investimentos: São Paulo (298 projetos), Campinas (197), São Carlos (177), São José dos Campos (72) e Ribeirão Preto (55).

Eles notaram que, embora a capital paulista abrigue a maior quantidade, em termos relativos, São Carlos é a cidade de maior destaque, com 199 projetos Pipe por grupo de 100 mil habitantes. Por esta ótica, Ribeirão Preto ficou na frente da cidade de São Paulo, com 23,12 projetos (confira o gráfico).

Polo tecnológico

Ribeirão Preto conta atualmente com o Supera – Parque de Inovação e Tecnologia de Ribeirão Preto, uma incubadora de empresas criada em 2003, com a finalidade de auxiliar a criação de empresas de base tecnológica.

O local promove a transferência de conhecimento em diversos tipos de atividades. É responsável por atrair e reter empresas tecnológicas, com destaque para os setores de Saúde, Biotecnologia, Tecnologia da Informação e Bioenergia. O Parque surgiu do convênio entre a USP, Prefeitura Municipal de Ribeirão Preto e Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado de São Paulo.