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Pesquisa identifica mutações genéticas em casos de esquizofrenia

Publicado em 13 junho 2008

Mutações genéticas espontâneas representam, no mínimo, 10% dos casos de esquizofrenia em pacientes sem histórico familiar da doença, indicou pesquisa da Universidade de Colúmbia, em Nova York, nos Estados Unidos. Segundo a Agência Fapesp, essa descoberta pode ajudar a compreender a prevalência do transtorno nessa população, apesar da baixa taxa de fertilidade e fecundidade dos indivíduos com a doença.

O estudo indica que pacientes sem histórico familiar do transtorno têm cerca de oito vezes mais chances de ter mutações nos genomas - tanto ganho como perda de genes em relação aos pais - do que pessoas sem a doença, de acordo com a Agência Fapesp. Agora os cientistas esperam entender se o desenvolvimento cerebral está envolvido com o início da doença, para descobrir melhores formas de tratar a doença e até preveni-la.

Cerca de 1% da população mundial sofrem com esquizofrenia - 40% com a forma herdada e 60% em pessoas sem histórico familiar do problema. A pesquisa foi publicada na revista Nature.

AE