Notícia

UNOESTE - Universidade do Oeste Paulista

Pesquisa envolve alunos do ensino médio de Prudente e Lisboa

Publicado em 30 janeiro 2019

 

Estudo realizado por pesquisadora vinculada ao Programa de Mestrado em Educação da Unoeste envolve alunos do ensino médio do Brasil e de Portugal, para onde a Dra. Camélia Santina Murgo viaja no dia 2 de fevereiro. A previsão é ficar um ano na Universidade de Lisboa, realizando pesquisa e buscando a validação do Rescur (Currículo Europeu para a Resiliência) para o Brasil.
Voltada às dificuldades e potencialidades na rede pública, a pesquisa envolve alunos da Escola Estadual Professor Miguel Omar Barreto, em Presidente Prudente, e de uma escola portuguesa. Eles trocarão vídeos expondo seus pontos de vista sobre as duas questões, incluindo propostas de apoio escolar para a superação de problemas.
Entre cinco alunos brasileiros está Giovana de Souza Gonçalves que participa de pesquisa no curso de Psicologia, pelo Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica para o Ensino Médio (Pibic-EM), concedida pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) à Unoeste.
Giovana também ajuda na coordenação do grupo do qual faz parte e que tem o acompanhamento do estudante do Programa de Mestrado em Educação, Rodrigo Engel, do qual Camélia é orientadora. As ações em Prudente serão acompanhadas em Portugal mediante o uso de tecnologias da informação e comunicação.
O Rescur foi desenvolvido por uma equipe internacional de professores e pesquisadores de seis países: Malta, Grécia, Itália, Croácia, Portugal e Suécia. Contempla as áreas de resiliência, educação, educação especial e promoção da saúde.
O currículo preventivo de caráter universal oferece atenção especial aos grupos vulneráveis formados por crianças e adolescentes com necessidades especiais, no sentido de promover inclusão, estreitando relações entre colegas, professores e pais; estimulando trocas culturais e pedagógicas.
O Rescur atua no desenvolvimento das competências de comunicação, no estabelecimento e manutenção de relações saudáveis, no desenvolvimento de uma mente positiva e da autodeterminação, na produção de recursos e na transformação de desafios em oportunidades.
A pesquisadora portuguesa Dra. Celeste Simões é uma das envolvidas no Rescur e Camélia a conheceu em um congresso no Canadá, em 2017. Pela afinidade na formação inicial em psicologia e a proximidade de estudos com intersecção em saúde e educação, desde então mantêm relacionamento em produção científica.
Camélia vai para Portugal com bolsa obtida junto a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), com apoio da Pró-reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (PRPPG) da Unoeste e dos cursos nos quais leciona na graduação: Psicologia e Medicina. Sua viagem para Lisboa será no sábado (2).
“Na segunda-feira (4), iniciarei minhas atividades na Universidade de Lisboa, participando o dia todo de um seminário sobre estatística. No decorrer do tempo terei envolvimento em seminários de pesquisa e participação em comissões de eventos científicos, além de outras atividades e da realização da pesquisa”, conta Camélia.
Sua estada em Portugal servirá como ponte em procedimentos de internacionalização institucional, mediante a realização de webconferências de pesquisadores de lá com os do Mestrado em Educação da Unoeste, incluindo alunos. O mesmo ocorrendo com professores e alunos da graduação em Psicologia e Medicina.
Para o pró-reitor de pesquisa, pós-graduação e extensão Dr. Adilson Eduardo Guelfi esta conquista da pesquisadora Camélia é o resultado de seu profissionalismo e da sua competência, associados às condições proporcionadas pela universidade. “É um reconhecimento ao trabalho dela”, pontua.
Conforme o pró-reitor, esse intercâmbio científico oferece aproveitamento não somente em termos de pesquisa, mas também de ensino e de extensão. Avalia como outro ponto significativo o fato da bolsa ser concedida pela Fapesp, agência de fomento à produção científica de qualidade e, neste caso, com impacto internacional.
A Bolsa de Pesquisa no Exterior (PBE) está vinculada ao pós-doutorado de Camélia, cuja pesquisa tem o seguinte título: “Intercultural e escolarização: o que revelam as vozes de estudantes do Brasil e de Portugal sobre as dificuldades e potencialidades na escola”.
Notícia disponibilizada pela Assessoria de Imprensa da Unoeste

Estudo realizado por pesquisadora vinculada ao Programa de Mestrado em Educação da Unoeste envolve alunos do ensino médio do Brasil e de Portugal, para onde a Dra. Camélia Santina Murgo viaja no dia 2 de fevereiro. A previsão é ficar um ano na Universidade de Lisboa, realizando pesquisa e buscando a validação do Rescur (Currículo Europeu para a Resiliência) para o Brasil.

Voltada às dificuldades e potencialidades na rede pública, a pesquisa envolve alunos da Escola Estadual Professor Miguel Omar Barreto, em Presidente Prudente, e de uma escola portuguesa. Eles trocarão vídeos expondo seus pontos de vista sobre as duas questões, incluindo propostas de apoio escolar para a superação de problemas.

Entre cinco alunos brasileiros está Giovana de Souza Gonçalves que participa de pesquisa no curso de Psicologia, pelo Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica para o Ensino Médio (Pibic-EM), concedida pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) à Unoeste.

Giovana também ajuda na coordenação do grupo do qual faz parte e que tem o acompanhamento do estudante do Programa de Mestrado em Educação, Rodrigo Engel, do qual Camélia é orientadora. As ações em Prudente serão acompanhadas em Portugal mediante o uso de tecnologias da informação e comunicação.

O Rescur foi desenvolvido por uma equipe internacional de professores e pesquisadores de seis países: Malta, Grécia, Itália, Croácia, Portugal e Suécia. Contempla as áreas de resiliência, educação, educação especial e promoção da saúde.

O currículo preventivo de caráter universal oferece atenção especial aos grupos vulneráveis formados por crianças e adolescentes com necessidades especiais, no sentido de promover inclusão, estreitando relações entre colegas, professores e pais; estimulando trocas culturais e pedagógicas.

O Rescur atua no desenvolvimento das competências de comunicação, no estabelecimento e manutenção de relações saudáveis, no desenvolvimento de uma mente positiva e da autodeterminação, na produção de recursos e na transformação de desafios em oportunidades.

A pesquisadora portuguesa Dra. Celeste Simões é uma das envolvidas no Rescur e Camélia a conheceu em um congresso no Canadá, em 2017. Pela afinidade na formação inicial em psicologia e a proximidade de estudos com intersecção em saúde e educação, desde então mantêm relacionamento em produção científica.

Camélia vai para Portugal com bolsa obtida junto a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), com apoio da Pró-reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (PRPPG) da Unoeste e dos cursos nos quais leciona na graduação: Psicologia e Medicina. Sua viagem para Lisboa será no sábado (2).

“Na segunda-feira (4), iniciarei minhas atividades na Universidade de Lisboa, participando o dia todo de um seminário sobre estatística. No decorrer do tempo terei envolvimento em seminários de pesquisa e participação em comissões de eventos científicos, além de outras atividades e da realização da pesquisa”, conta Camélia.

Sua estada em Portugal servirá como ponte em procedimentos de internacionalização institucional, mediante a realização de webconferências de pesquisadores de lá com os do Mestrado em Educação da Unoeste, incluindo alunos. O mesmo ocorrendo com professores e alunos da graduação em Psicologia e Medicina.

Para o pró-reitor de pesquisa, pós-graduação e extensão Dr. Adilson Eduardo Guelfi esta conquista da pesquisadora Camélia é o resultado de seu profissionalismo e da sua competência, associados às condições proporcionadas pela universidade. “É um reconhecimento ao trabalho dela”, pontua.

Conforme o pró-reitor, esse intercâmbio científico oferece aproveitamento não somente em termos de pesquisa, mas também de ensino e de extensão. Avalia como outro ponto significativo o fato da bolsa ser concedida pela Fapesp, agência de fomento à produção científica de qualidade e, neste caso, com impacto internacional.

A Bolsa de Pesquisa no Exterior (PBE) está vinculada ao pós-doutorado de Camélia, cuja pesquisa tem o seguinte título: “Intercultural e escolarização: o que revelam as vozes de estudantes do Brasil e de Portugal sobre as dificuldades e potencialidades na escola”.

Notícia disponibilizada pela Assessoria de Imprensa da Unoeste