Pesquisa do Instituto Butantan, apoiada pela FAPESP, aponta um caminho para o desenvolvimento de novas terapias e até mesmo de uma vacina contra a esquistossomose, considerada uma das 17 doenças negligenciadas (DTNs) no mundo e um importante problema de saúde pública no Brasil.
Em parceria com instituições internacionais, os pesquisadores constataram que o macaco rhesus (Macaca mulatta) desenvolve naturalmente resposta imune duradoura contra o Schistosoma mansoni . Essa resposta leva à autocura da doença após um primeiro contato com o parasita. Além disso, possibilita que o organismo do animal reaja com mais rapidez a uma segunda infecção.
Os pesquisadores descobriram que nove genes do parasita são inibidos pela defesa imune do primata, o que impede que o verme se multiplique e contamine o hospedeiro.
O grupo está agora trabalhando na identificação dos alvos dos anticorpos. A ideia é testá-los como candidatos a vacina.
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Pesquisa com macaco abre caminho para vacina contra a esquistossomose (38 notícias)
Publicado em 08 de fevereiro de 2022
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