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UNIOESTE

Pesquisa aprovada pela Fapesp envolve graduação e mestrado

Publicado em 08 junho 2011

 A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) aprovou o desenvolvimento do projeto "Influência do Chá Verde proveniente da planta Camellia sinensis na reprodução de ratas Wistar superovuladas e na expressão gênica do fator de crescimento endotélio vascular (VEGF) nos corpos lúteos". O trabalho inicia-se em agosto e receberá equipamentos permanentes e materiais de consumo. A coordenação será da docente da graduação em Medicina Veterinária e do Programa de Mestrado em Ciência Animal da Unoeste, Inês Cristina Giometti, com a colaboração das professoras dos respectivos cursos, Cecília Braga Laposy, Caliê Castilho e Rosa Maria Barilli Nogueira, além da pesquisadora da Universidade de São Paulo (USP), Paula de Carvalho Papa.

De acordo com a coordenadora, o estudo tem por objetivo avaliar a influencia do chá verde na reprodução de ratas super ovuladas Wistar. "Estudos demonstram que algumas substâncias presentes no chá verde inibem os fatores de crescimento endotélio-vascular (VEGF). Verificaremos se o consumo crônico deste chá pode interferir negativamente na reprodução das ratas. Vale ressaltar, que estes procedimentos feitos com os animais servirão para o benefício humano", completa Inês.

Cecília explica que desenvolverá atividades ligadas à Patologia Clínica, área de sua especialidade. "Após o recolhimento dos materiais, farei as análises laboratoriais de sangue e bioquímicas".

Rosa Maria conta que além da participação na pesquisa, ela integra a Comissão de Ética no Uso de Animais (Ceua) da Unoeste. "Auxiliarei na parte dos animais, desde a sua criação no biotério até o fornecimento para os estudos. Vale ressaltar, que todos os procedimentos a serem desenvolvidos foram aprovados pela comissão e se encaixam nas normas éticas de experimentação animal". Ela acrescenta que existem planos para a continuidade do estudo. "Pretendo dar sequência na avaliação dos efeitos do chá em relação a animais obesos e diabéticos, buscando novas terapêuticas".

Caliê revela que oferecerá apoio em todas as atividades desenvolvidas. "Participarei nos estudos laboratoriais e análise de dados, além da coordenação dos acadêmicos envolvidos através da Iniciação Cientifica. É imprescindível a presença destes alunos, pois trata-se de uma oportunidade diferenciada de manter contato com a pesquisa".

Notícia disponibilizada pela Assessoria de Imprensa da Unoeste