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Revista Embalagem Marca

Pelo olhar de especialistas do setor

Publicado em 01 novembro 2020

Por Da redação

O julgamento do PRÊMIO GRANDES CASES DE EMBALAGEM é baseado em dois pilares importantes. O primeiro é a qualidade da argumentação feita nas fichas de inscrição, submetidas pelas empresas que desejam concorrer. Apesar do constante avanço nesse ponto, alguns textos enviados ainda são muito sintéticos. Outros são mais dirigidos a explicar o produto do que a embalagem, que é, na prática, o foco da análise dos jurados. O segundo pilar é a formação de um júri multidisciplinar, capaz de trazer olhares diferentes para a avaliação dos projetos inscritos, refletindo as múltiplas interfaces das embalagens com diferentes áreas das empresas, suas especificidades no transporte e nas vendas, e toda a mágica que existe no contato com os consumidores. E, cada vez mais, os requisitos para a etapa que se inicia após o descarte. Os membros do juri receberam em A QUALIDADE suas casas apostilas com as defesas dos projetos e fotos das embalagens.

DO JULGAMENTO Com base nessas informações, seguindo os critérios contidos no regulamento do PRÊMIO GRANDES CASES DE EMBALAGEM, OS jurados fizeram uma primeira avaliação dos INSCRIÇÃO E NO OLHAR méritos das inscrições. Em tempos normais, haveria uma reunião presencial com essas pessoas, onde as amostras de embalagem são avaliadas sob a luz do que foi colocado nas inscrições, e cada jurado levanta pontos relevantes sobre os projetos, a fim de gerar uma lista final com as embalagens que mais se destacaram. Neste ano, excepcionalmente, devido à pandemia, os jurados não se reuniram fisicamente. Seguindo as recomendações de segurança, as avaliações foram feitas individualmente, e a conversa para definir a lista final foi realizada por videoconferência. Por fim, vale destacar que a escolha dos profissionais que compõem o juri leva em conta um fator fundamental: a inexistência de conflitos de interesse que possam interferir no resultado de suas análises. São pessoas com capacidade reconhecida na área de embalagens, mas que não têm envolvimento direto com as empresas que estão concorrendo. Veja, nas próximas páginas, quem avaliou os projetos em 2020.

ESTÁ BASEADA NA CONSISTÊNCIA DA MULTIDISCIPLINAR DOS JURADOS 12 Engenheira de alimentos, é Diretora de Ciência e Tecnologia do ITAL e editora chefe do Brazilian Jou mal of Food Technology. Construiu a carreira atuando em pesquisas na área de embalagens plásticas, com foco em propriedades de barreira e vida útil de alimentos e bebidas. Especialista em embalagens rígidas com mais de 35 anos de experiência. É consultor em desenvolvimento técnico de embalagens, apoio à produção, qualificação de moldes, máquinas e processos industriais, no Brasil e no exterior. Engenheiro de materiais com especialização em polimeros e larga experiência em cargos executivos de empresas petroquímicas. É investidor em startups e coordenador do programa de bioenergia da Fapesp, tendo atuado na diretoria de diversas entidades ligadas ao fomento à inovação. Claire Saran tó poulos Eduardo Oliveira Luís Fe mando Cassinelli nov dez 2020