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JC Notícias (São Paulo, SP)

Patrimônio centenário

Publicado em 08 setembro 2020

Universidade Federal do Rio de Janeiro chega ao seu centenário como uma das mais produtivas do País

Neste mês de setembro, a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) completa 100 anos de fundação com boas razões para celebrar. É um dos maiores e mais produtivos centros de ensino superior do país, com uma participação crescente de estudantes autodeclarados negros, pardos ou indígenas, que passaram de três em 1970 para 4.858 em 2019; o total de alunos – quase 80 mil, nos campi da capital e do interior do estado – fica atrás apenas dos quase 100 mil da Universidade de São Paulo (USP). Reprogramadas por causa da pandemia, as comemorações incluíram, em julho, o Festival do Conhecimento, com 2 mil apresentações on-line de estudantes e professores, acompanhadas por cerca 30 mil pessoas, e seguem com o lançamento de um documentário sobre a história da universidade, em 7 de setembro.

A inicialmente chamada Universidade do Rio de Janeiro se formou em 1920 a partir de três unidades de ensino, que inicialmente ocupavam o centro da cidade: a Escola Politécnica, criada em 1792; a Faculdade de Medicina, de 1808; e a Faculdade de Direito, de 1891. A Medicina e a Politécnica se mudaram para o campus principal e mais conhecido, na ilha do Fundão; a Faculdade de Direito permaneceu no centro e ganhou a companhia de outras unidades da universidade: o Instituto de Filosofia e Ciências Sociais, em um prédio do século XVIII no Largo de São Francisco de Paula; a Escola de Música, perto do Teatro Municipal; a Escola de Enfermagem, próxima a um dos nove hospitais da universidade; o Observatório Valongo, instalado em 1926 no alto do morro da Conceição e incorporado à UFRJ em 1967; o Palácio da Praia Vermelha, inaugurado em 1852 e integrado à universidade em 1949, que abrigou a reitoria e as faculdades de Educação Física, Arquitetura e Farmácia; e o Museu Nacional, aberto em 1808, anexado à universidade em 1946 e consumido por um incêndio em setembro de 2018.

Leia na íntegra: Revista Pesquisa Fapesp

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