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Parceiros Internacionais do Telescópio Gigante Magalhães Aprovam o Início da Fase de Construção – FAPESP é sócia

Publicado em 03 junho 2015

A Organização para o Telescópio Gigante Magalhães anunciou hoje que os seus 11 parceiros internacionais consignaram mais de US$ 500 milhões para o começo da construção do primeiro de uma nova geração de telescópios extremamente grandes. Uma vez construído, o Telescópio Gigante Magalhães tornar-se-á o maior telescópio ótico no mundo.

Esta Publicação Smart News contém multimédia. Ver aqui a publicação na íntegra:http://www.businesswire.com/news/home/20150603005177/pt/

Concept image of the Giant Magellan Telescope (Photo: Business Wire)

Os sete espelhos do Telescópio Gigante Magalhães medirão 25 metros e coletarão mais de seis vezes a quantidade de luz dos maiores telescópios óticos atuais, proporcionando imagens até 10 vezes mais nítidas do que aquelas do Telescópio Espacial Hubble. O GMT possibilitará que os astrônomos olhem mais fundo no espaço e mais para trás no tempo do que nunca antes feito. Espera-se que o telescópio entre em funcionamento em 2021 e esteja plenamente operacional até 2024.

“O GMT assinalará o início de uma nova era na Astronomia. Ele revelará os primeiros objetos a emitir luz no Universo, explorará os mistérios da energia escura e da matéria escura, e identificará planetas potencialmente habitáveis na vizinhança galáctica da Terra”, disse Wendy Freedman, presidente do Conselho de Diretores da Organização do Telescópio Gigante Magalhães (GMTO) e Professora de Astronomia e Astrofísica na Universidade de Chicago. “A decisão, pelas instituições parceiras do GMTO, em iniciar a construção é um marco fundamental em nossa jornada para fazer estas descobertas extraordinárias utilizando o estado da arte em Ciência, Tecnologia e Engenharia”.

O Presidente do GMTO, Edward Moses, disse: “o GMT é uma colaboração científica global, com parceiros institucionais na Austrália, Brasil, Coréia, Estados Unidos e na nação anfitriã Chile. A aprovação da construção significa que serão iniciados os trabalhos na estrutura central do telescópio e nos instrumentos científicos do núcleo deste projeto de 1 bilhão de dólares. A preparação prévia para a construção incluiu o preparo do terreno em topo de montanha localizada em Las Campanas, norte do Chile, e a fabricação inicial dos sete enormes segmentos do espelho primário do telescópio”.

O Diretor científico da FAPESP Prof. Brito Cruz afirmou que se trata de uma oportunidade importante para a ciência paulista. “Não queremos apenas estar na fronteira da pesquisa científica, qualificando nossas instituições e sistema educacional, mas criando oportunidades para empresas em São Paulo”.

O Professor Matthew Colless, Vice-Presidente do Conselho de Diretores e Diretor da Escola de Pesquisa em Astronomia e Astrofísica na Universidade Nacional da Austrália, disse que a aprovação da construção foi um momento excitante para a Astronomia. “Planos que existiram somente em duas dimensões ou como modelos computacionais estão prestes a se converterem em realidades tridimensionais em vidro, aço, e materiais semicondutores e compósitos de alta tecnologia”, disse Colless. “O Telescópio Gigante Magalhães propiciará aos astrônomos e astrofísicos a oportunidade de verdadeiramente transformar nossa visão do Universo e de nosso lugar dentro dele”.

Para acessar nosso vídeo com pacotes de notícias incluindo entrevistas com os parceiros do GMTO e “b-roll”, bem como imagens e vídeos do GMT, por favor visite:ww.gmto.org/gallery.

Sobre o Telescópio Gigante Magalhães

O Telescópio Gigante Magalhães (GMT) está programado para ser o primeiro em uma nova classe de telescópios extremamente grandes, capaz de produzir imagens 10 vezes mais nítidas que as capturadas pelo Telescópio Espacial Hubble. O GMT objetiva descobrir planetas do tamanho da Terra em torno de estrelas vizinhas e as distorções minúsculas que os buracos negros causam na luz proveniente de galáxias e estrelas distantes. Revelará os objetos de mais fraco brilho jamais vistos no espaço, incluindo galáxias extremamente distantes e antigas cuja luz tem viajado para a Terra desde pouco depois da Grande Explosão, 13.8 bilhões de anos atrás. O Telescópio será construído no Observatório Las Campanas, da Instituição Carnegie para Ciências, no ar claro e seco do Deserto de Atacama do Chile, numa redoma de 22 andares de altura. Espera-se que o GMT entre em funcionamento em 2021 e esteja em operação plena em 2024.

O espelho primário de 25.4 metros do telescópio conterá sete segmentos separados de 8.4 metros de diâmetro. Cada segmento do espelho pesa 17 toneladas e leva um ano para moldagem e resfriamento, seguido de mais de três anos de geração de superfície e polimento meticuloso no Laboratório de Espelho Richard F. Caris do Observatório Steward da Universidade do Arizona em Tucson, Arizona. Fundos para o projeto são provenientes de instituições parceiras, governos e doadores privados.

Sobre a Organização para o Telescópio Gigante Magalhães

A Organização para o Telescópio Gigante Magalhães (GMTO) gerencia o projeto GMT em nome de seus parceiros internacionais: Astronomy Australia Ltd.The Australian National UniversityCarnegie Institution for ScienceFundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São PauloHarvard UniversityKorea Astronomy and Space Science Institute,Smithsonian InstitutionTexas A&M UniversityThe University of ArizonaThe University of Chicago, e The University of Texas at Austin.

Conecte-se com a Organização para o Telescópio Gigante Magalhães na mídia social: gplus.to/gmtelescope,twitter.com/GMTelescopefacebook.com/GMTelescope e visite http://www.gmto.org.

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The University of Chicago
Steve Koppes
Phone: 773-702-8366
Email: skoppes@uchicago.edu
ou
Giant Magellan Telescope Organization
Davin Malasarn
626-204-0529
dmalasarn@gmto.org
ou
Business contacts:
Edward Moses
President of the Giant Magellan Telescope Organization
(+1) 626-204-0555
ou
Wendy Freedman
Chair, Board of Directors, Giant Magellan Telescope Organization
(+1) 773-834-5651
ou
Matthew Colless
Vice-Chair, Board of Directors, Giant Magellan Telescope Organization
Director, Research School of Astronomy and Astrophysics
The Australian National University
(+61) 2-6125-0266 

Fonte: BUSINESS WIRE