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O VULCÃO MAIS ANTIGO DO MUNDO FICA NA AMAZÔNIA E AS CHANCES DE VOLTAR A SER ATIVO É QUASE NULA.

Publicado em 18 novembro 2021

O portal da Amazônia explica: ‘No sul do Pará, dois morros escondem 2 dos mais antigos vulcões do mundo. Formados há quase 1,9 bilhão de anos. Apesar da idade, o primeiro vulcão só foi identificado na região no início dos anos 2000’.

Ao longo da formação da Terra, a Amazônia, há cerca de 2 bilhões de anos, foi um gigante campo de vulcões ativos. A atividade vulcânica foi constante na região por cerca de 300 milhões de anos, durante a era geológica conhecida como Paleoproterozóica’.

Duas fases de placas oceânicas abaixo da Amazônia e temos convicção de que isso gerou o vulcanismo. Os vulcões são estruturas geológicas que se desenvolvem próximos às margens das placas tectônicas. Segundo os cientistas, a crosta terrestre não é formada por uma camada contínua’.

A Terra tem uma série de rachaduras, as quais dividem a superfície em partes, como um gigantesco quebra-cabeça. Essas placas estão em constante movimentação, já que elas estão sobre o manto, camada terrestre de rochas derretidas. o mais antigo do mundo justamente na Amazônia. De acordo com especialista, a estrutura geológica tem 1,9 bilhões de anos, sendo que foi ativo num passado remoto. Mas, atualmente os riscos de voltar à ativa são praticamente nulos’.

O geólogo Caetano Juliani, do Instituto de Geociências da Universidade de São Paulo (USP), vê quando navega pelos rios Tapajós e Xingu ou sobe os morros em meio à Floresta Amazônica, no Pará’.O cenário enxergado pelo geólogo existiu há quase 2 bilhões de anos e apenas suas cicatrizes permanecem até hoje para quem sabe enxergá-las’. Aquilo era o inferno na Terra”, brinca Juliani.

O site da Revista Fapesp mostra que eram muitos os vulcões na Amazônia. ‘Nos últimos anos, porém, o grupo da USP encontrou mais vestígios de dezenas de vulcões – descaracterizados pela erosão, mas com uma assinatura inconfundível nas rochas’.

As descobertas de Juliani e seus alunos encantaram não só os brasileiros, mas também a comunidade científica mundial, através de seu artigo Well-preserved Late Paleoproterozoic volcanic centers in the São Félix do Xingu region, Amazonian Craton, Brazil, publicado no Journal of Volcanology and Geothermal Research. .

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