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Blog Noblat

O outono da estrela

Publicado em 12 outubro 2005

"'Creio que o partido nunca foi capaz de construir um projeto simultaneamente socialista e democrático. Quando era democrático, era social-democrata; quando era socialista, não era democrático. O PT, em síntese, sempre foi leninista, uma concepção autoritária do fazer político', acusa Clóvis Bueno, da FGV, autor de A estrela partida ao meio. Isso se refletiu, em especial, na experiência petista de administrar cidades e no Parlamento. 'É preciso instrumentalizar o partido para que dirija a política exercida pelos petistas nas administrações. Sem um trabalho nesse sentido, buscando afirmar o caráter dirigente do partido, o que veremos será a ampliação da distância entre o partido e as administrações', preconizava uma resolução do Sétimo Encontro do PT, em 1990."
O trecho acima faz parte da reportagem de Carlo Haag para a revista Pesquisa FAPESP de outubro que estará nas bancas a partir de amanhã. O texto O outono da estrela já está disponível na seção Artigos, aí ao lado.