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Novas tecnologias voltadas a vinhaça reduzem emissões de metano

Publicado em 28 agosto 2017

Um estudo realizado por pesquisadores do Centro de Energia Nuclear na Agricultura (Cena) e da Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” (Esalq) da Universidade de São Paulo (USP) mostrou que a adoção de novas tecnologias de transporte e armazenamento de vinhaça (principal resíduo da produção de etanol) pelas usinas têm contribuído para diminuir as emissões de gases de efeito estufa (GEE) pela produção do biocombustível.

Os resultados do estudo, realizado em colaboração com colegas do Laboratório Nacional de Ciência e Tecnologia do Bioetanol (CTBE) e apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), foram publicados na revista Atmospheric Environment.

Os pesquisadores quantificaram as emissões de metano pelos dois principais sistemas de armazenamento e transporte de vinhaça utilizados pelas usinas hoje: o tradicional, composto por canais abertos (valas) revestidos e não revestidos, e um método mais novo, formado por tanques e tubos fechados.

As análises dos dados comparativos indicaram que as emissões pelo sistema de tanques e tubos fechados foram 620 vezes menores do que pelo método de canais abertos.

O artigo pode ser lido por assinantes da revista Atmospheric Environment neste link.

Fonte: Agência ABIPTI, com informações da Fapesp