O químico Nilton Pereira Alves é outro desses "gênios" abrigados nas incubadoras. Sua empresa, a Quimlab, um laboratório de metrologia química, produz padrões químicos destinados à calibração de equipamentos que medem, por exemplo, índices de contaminação, o valor do PH de líquidos e alimentos.
Embora seja de difícil compreensão, o negócio é tão promissor que a empresa recebeu este ano o prêmio de melhor do ano da Amprotec, a associação que reúne as encubadoras no Brasil. A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) liberou R$ 500 mil para financiar suas pesquisas e a Petrobras já utiliza seus produtos.
Outro produto interessante é o prego líquido, da engenheira química Wang Shu Chen, da Adespec. É uma cola sem solventes ou substâncias tóxicas, super-resistente e 100% nacional. O produto já está sendo usado na construção civil, pois serve para pregar praticamente tudo.
Também estão em desenvolvimento as empresas Koller&Sindicic, que produz um telefone residencial para deficientes auditivos, e a Coll Projetos, que lançou uma máquina capaz de passar 12 peças de roupas de uma só vez, em 40 minutos, com economia de 65% na eletricidade.
Notícia
O Imparcial (Presidente Prudente, SP)