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Estadão.com

Na tradição dos grandes mestres

Publicado em 30 março 2012

O conto fantástico teve grandes praticantes na região do Rio da Prata ao longo do século 20: Quiroga, Felisberto Hernández, Cortázar e Borges executaram com maestria o desafio de trazer o insólito à vida cotidiana. A jovem contista Samanta Schweblin (1978) inscreve-se nessa tradição. O que significa dizer que a escritora se compraz em narrar e sugerir, mas não em descrever ou explicar o aparecimento do inexplicável. É em meio ao cotidiano que se desenvolvem as narrativas do livro. Irman, o conto de abertura - que dialoga com The [...]

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