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Ministro Bento Albuquerque reafirma compromisso do Brasil com a Plataforma do Biofuturo

Publicado em 01 dezembro 2020

Iniciativa internacional lançada em 2016 tem como objetivo promover a bioeconomia avançada de baixo carbono, com ênfase na bioenergia

O Ministro de Estado de Minas e Energia, Bento Albuquerque, participou, nesta terça-feira (30), da II Cúpula para o Biofuturo, principal evento internacional da Plataforma para o Biofuturo. A conferência, realizada em formato virtual, é organizada pelo Ministério das Relações Exteriores (MRE) e pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), com apoio da Apex-Brasil.

O encontro, cuja abertura contou com a presença de autoridades do governo brasileiro, reúne representantes dos 20 países que integram a Plataforma e representantes de diversos países interessados, bem como de organizações internacionais, entre os quais o Diretor da Agência Internacional de Energia. A segunda edição do “Biofuture Summit”) se realiza em conjunto com a quarta edição da “Brazilian Bioenergy Science and Technology Conference” (BBEST).

A Plataforma para o Biofuturo, iniciativa internacional lançada em 2016, está voltada ao diálogo e à colaboração entre países, organizações internacionais, setor privado e centros de pesquisa, com o objetivo de promover a bioeconomia avançada de baixo carbono, com ênfase na bioenergia. Desde 2019, o Brasil ocupa a presidência da iniciativa, que tem como facilitador a Agência Internacional de Energia.

Em sua intervenção na abertura do evento, o Ministro Bento Albuquerque reafirmou o compromisso do Brasil com a Plataforma do Biofuturo, a qual “tem ajudado a garantir um lugar para a bioenergia no debate global sobre mudança do clima e transição energética”.

Defendeu, ainda, que “a construção de uma estratégia bioenergética abrangente, sustentável e inteligente, incluindo etanol, biodiesel, biogás, bioeletricidade e biocombustíveis avançados, é ao mesmo tempo viável e altamente benéfica”. Em sua visão, “esse ciclo virtuoso gera empregos de alta qualidade, reduz as emissões de gás de efeito estufa, promove desenvolvimento das zonas rurais e fornece à população mais opções energéticas, enquanto melhora a segurança energética”.