Notícia

Universidade Metodista de São Paulo

Metodista pesquisará estresse causado pela tecnologia nos trabalhadores

Publicado em 02 outubro 2018

 

Docente em programas de pós-graduação da Universidade Metodista de São Paulo, Alexandre Cappellozza teve mais uma pesquisa aprovada pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp). O estudo "Redução do tecnoestresse no trabalho: o papel dos líderes e liderados" será realizado com participação de alunos dos programas de Comunicação Social, Administração e Psicologia da Saúde.
O objetivo é ampliar conhecimentos sobre o uso da tecnologia como geradora de reflexos negativos no cotidiano dos trabalhadores. "Sabe-se que as tecnologias digitais são indispensáveis no dia a dia, porém também causam problemas e insatisfações aos usuários. A atratividade e a diversidade de aplicações tecnológicas podem gerar impactos negativos como o estresse tecnológico", definiu Cappellozza.
Segundo o docente, pode ser considerado tecnoestresse qualquer impacto negativo nas atitudes, pensamentos, comportamentos ou fisiologia do corpo causado pelas tecnologias da informação e comunicação (TICS) organizacionais. Os pesquisadores da Metodista aplicarão questionários com trabalhadores que utilizam tecnologias para realização das tarefas diárias.
"Espera-se que, com os resultados do estudo, profissionais interessados no tema tenham mais informações que possam auxiliar políticas, práticas e estratégias organizacionais internas e aprimorar a orientação do uso das tecnologias no ambiente de trabalho", conclui o docente.

Docente em programas de pós-graduação da Universidade Metodista de São Paulo, Alexandre Cappellozza teve mais uma pesquisa aprovada pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp). O estudo "Redução do tecnoestresse no trabalho: o papel dos líderes e liderados" será realizado com participação de alunos dos programas de Comunicação Social, Administração e Psicologia da Saúde.

O objetivo é ampliar conhecimentos sobre o uso da tecnologia como geradora de reflexos negativos no cotidiano dos trabalhadores. "Sabe-se que as tecnologias digitais são indispensáveis no dia a dia, porém também causam problemas e insatisfações aos usuários. A atratividade e a diversidade de aplicações tecnológicas podem gerar impactos negativos como o estresse tecnológico", definiu Cappellozza.

Segundo o docente, pode ser considerado tecnoestresse qualquer impacto negativo nas atitudes, pensamentos, comportamentos ou fisiologia do corpo causado pelas tecnologias da informação e comunicação (TICS) organizacionais. Os pesquisadores da Metodista aplicarão questionários com trabalhadores que utilizam tecnologias para realização das tarefas diárias.

"Espera-se que, com os resultados do estudo, profissionais interessados no tema tenham mais informações que possam auxiliar políticas, práticas e estratégias organizacionais internas e aprimorar a orientação do uso das tecnologias no ambiente de trabalho", conclui o docente.