Pesquisadores de Unicamp, Unifesp e UFMG participarão do trabalho de investigação forense e arqueológica, que mira a descoberta de elementos que comprovem práticas violentas e de violação de direitos humanas praticadas no órgão de repressão.
Uma nova etapa no processo de esclarecimento das violações cometidas durante a ditadura militar no Brasil (1964 – 1985) terá início no dia 2 de agosto. Pesquisadores de três universidades públicas participarão de escavações arqueológicas no antigo DOI-Codi, um centro clandestino de tortura, na Zona Sul de São Paulo.
Serão três frentes de atuação, voltadas para escavação, investigação forense e Arqueologia Pública, sendo a última responsável pela realização de visitas guiadas (mediante agendamento), mesas de debates e oficinas para professores da rede pública de ensino, previamente selecionados.