Estudo da USP analisou genomas completos de 2.723 pessoas em 11 estados da federação.
É uma pena que o maior estudo sobre o genoma do brasileiro não tenha incluído o Rio Grande do Norte. Ficamos sem saber os traços da nossa ancestralidade.
O trabalho, realizado por pesquisadores da Universidade de São Paulo e publicado na revista Science, analisou genomas completos de 2.723 pessoas em 11 estados da federação.
O Brasil é o país com o mais alto grau de miscigenação do mundo.
Em linhas gerais, o estudo aponta que 60% da ancestralidade dos brasileiros é europeia, 27% africana e 13% nativa (povos originários).
Levando em conta os dados do Ceará, nosso estado vizinho, a predominância genética no RN tem ascendência europeia.
A pesquisa da USP revelou mais de 8 milhões de variantes genéticas desconhecidas no país até hoje.