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Ludo educativo relança jogos infantis para brincar e aprender em casa

Publicado em 15 julho 2020

O projeto Ludo Educativo, conduzido pelo Centro de Desenvolvimento de Materiais Funcionais (CDMF) e pela Aptor Software, spin off do Centro, relança a partir desta semana uma série de jogos educativos infantis.

A iniciativa tem como objetivo proporcionar atividades educativas e lúdicas para as crianças no período de distanciamento social, impostas pela emergência sanitária da COVID – 19.

Confira abaixo os dois primeiros jogos relançados.

Ludo Primeiros Passos

O Ludo Primeiros Passos é destinado à crianças em fase de alfabetização, ajudando na identificação das letras e das palavras. De acordo com os acertos, o carrinho do jogador vai avançando pelo mapa. Para jogar clique AQUI.

Puxe e monte

No Puxe e Monte, um animal é apresentado em uma brincadeira de montar. As peças são simples e geométricas, para estimular a compreensão rápida. No jogo não há uma forma certa ou errada de montar, podendo ser usado como estímulo visual para as crianças mais novas, além de estimular a coordenação motora. O Jogo está disponível AQUI.

Sobre o Ludo Educativo

O Ludo Educativo é um projeto de extensão universitária que surgiu em 2012, conta com 900 mil acessos mensais e tem jogos gratuitos sobre diversos assuntos que estão presentes no dia a dia de crianças e adolescentes, como a escassez de água, preservação do meio ambiente e a preparação para o vestibular.

Um dos jogos mais acessados do portal é o Contra a Dengue, em que os alunos precisam acabar com os focos da doença pela cidade. Para jogar, clique aqui.

A equipe do projeto é formada por designers, programadores e pedagogos da Aptor Software, uma empresa spin-off que surgiu nos corredores da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) e Universidade Estadual Paulista (UNESP). Conheça mais jogos do grupo no site http://portal.ludoeducativo.com.br.

CDMF

O CDMF é um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (Cepids) apoiados pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), e recebe também investimento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), a partir do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia dos Materiais em Nanotecnologia (INCTMN).