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José Goldemberg assume a presidência da FAPESP

Publicado em 08 setembro 2015

Em cerimônia de posse realizada hoje (8/9), na sede da FAPESP, José Goldemberg disse que a Fundação pode contribuir ainda mais na inovação e para o desempenho do papel do Estado como indutor do desenvolvimento.

Estiveram presentes à solenidade Geraldo Alckmin, governador do Estado, Márcio França, vice-governador, Emília Curi, secretária-executiva do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) – representando o ministro Aldo Rebelo –, Luís Fernandes, presidente da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), Hernan Chaimovich, presidente do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Eduardo Moacyr Krieger, vice-presidente da FAPESP, Joaquim José de Carvalho Engler, diretor administrativo, e Carlos Henrique de Brito Cruz, diretor científico da Fundação, participaram da solenidade. Também participaram da cerimônia secretários de Governo do Estado de São Paulo, reitores de universidades públicas em São Paulo, entre outras autoridades.

Geraldo Alckmin lembrou a contribuição do professor Goldemberg como secretário do Meio Ambiente do Estado de São Paulo, reitor da Universidade de São Paulo, e como secretário de Meio Ambiente da Presidência da República. Em seu pronunciamento na cerimônia de posse, o governador destacou que “A FAPESP é um paradigma para o país, com enormes desafios pela frente”, disse. “Os resultados da pesquisa financiada pela FAPESP trouxeram avanços para o Estado de São Paulo”.

Em seu discurso de posse, José Goldemberg lembrou que a FAPESP teve um papel fundamental na elevação do nível científico e tecnológico do Estado. “Ela criou condições para que as universidades públicas do Estado formassem centenas de milhares de profissionais e especialistas em todas as áreas”, disse. A cooperação internacional, prevista na lei de sua criação, foi também um instrumento importante da ação da FAPESP, salientou, tendo se expandido com o professor Celso Lafer, nos últimos anos.

Goldemberg continuou: “o que se poderia perguntar é se a FAPESP poderia fazer mais na inovação e no papel do Estado como indutor do desenvolvimento”. Em sua avaliação, a lei de criação da FAPESP responde a isso, quando, em seu artigo 3°, item VI, afirma que compete a ela: "promover periodicamente estudos sobre o estado geral das pesquisas em São Paulo e no Brasil, identificando os campos que devam receber prioridade de fomento".

“Nos parece urgente e necessário expandir estas atividades que poderão abrir caminho para uma maior coordenação entre a área da pesquisa e a ação de órgãos de financiamento do Governo Estadual como a Desenvolve SP, Agência de Desenvolvimento Paulista, Investe SP, agência para promoção de investimentos e competitividade, e do Governo Federal, como a Finep e o BNDES, bem como o setor privado. Todas elas poderiam agilizar substancialmente suas operações baseando-se nas avaliações da FAPESP sobre a viabilidade técnica dos projetos como fazem os bancos de investimento públicos e privados do mundo todo que usam as análises do Banco Mundial como ‘selo de qualidade’ e aval dos seus projetos de investimentos”.

Goldemberg foi nomeado para um mandato de três anos, sucedendo Celso Lafer, que ficou na Presidência da FAPESP por um período de oito anos. O decreto de nomeação foi publicado no Diário Oficial do Estado de São Paulo de 22 de agosto.

Celso Lafer destacou em seu discurso que “a FAPESP, como uma das grandes agências de apoio à pesquisa em nosso país, e como tal reconhecida no cenário nacional e internacional, é fruto de uma ação coletiva dos que nela atuaram no passado e dos que hoje têm responsabilidade na sua gestão e governança”.

 

Gerência de Comunicação da FAPESP / Assessoria de Comunicação

m cerimônia de posse realizada hoje (8/9), na sede da FAPESP, José Goldemberg disse que a Fundação pode contribuir ainda mais na inovação e para o desempenho do papel do Estado como indutor do desenvolvimento.

Estiveram presentes à solenidade Geraldo Alckmin, governador do Estado, Márcio França, vice-governador, Emília Curi, secretária-executiva do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) – representando o ministro Aldo Rebelo –, Luís Fernandes, presidente da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), Hernan Chaimovich, presidente do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Eduardo Moacyr Krieger, vice-presidente da FAPESP, Joaquim José de Carvalho Engler, diretor administrativo, e Carlos Henrique de Brito Cruz, diretor científico da Fundação, participaram da solenidade. Também participaram da cerimônia secretários de Governo do Estado de São Paulo, reitores de universidades públicas em São Paulo, entre outras autoridades.

Geraldo Alckmin lembrou a contribuição do professor Goldemberg como secretário do Meio Ambiente do Estado de São Paulo, reitor da Universidade de São Paulo, e como secretário de Meio Ambiente da Presidência da República. Em seu pronunciamento na cerimônia de posse, o governador destacou que “A FAPESP é um paradigma para o país, com enormes desafios pela frente”, disse. “Os resultados da pesquisa financiada pela FAPESP trouxeram avanços para o Estado de São Paulo”.

Em seu discurso de posse, José Goldemberg lembrou que a FAPESP teve um papel fundamental na elevação do nível científico e tecnológico do Estado. “Ela criou condições para que as universidades públicas do Estado formassem centenas de milhares de profissionais e especialistas em todas as áreas”, disse. A cooperação internacional, prevista na lei de sua criação, foi também um instrumento importante da ação da FAPESP, salientou, tendo se expandido com o professor Celso Lafer, nos últimos anos.

Goldemberg continuou: “o que se poderia perguntar é se a FAPESP poderia fazer mais na inovação e no papel do Estado como indutor do desenvolvimento”. Em sua avaliação, a lei de criação da FAPESP responde a isso, quando, em seu artigo 3°, item VI, afirma que compete a ela: "promover periodicamente estudos sobre o estado geral das pesquisas em São Paulo e no Brasil, identificando os campos que devam receber prioridade de fomento".

“Nos parece urgente e necessário expandir estas atividades que poderão abrir caminho para uma maior coordenação entre a área da pesquisa e a ação de órgãos de financiamento do Governo Estadual como a Desenvolve SP, Agência de Desenvolvimento Paulista, Investe SP, agência para promoção de investimentos e competitividade, e do Governo Federal, como a Finep e o BNDES, bem como o setor privado. Todas elas poderiam agilizar substancialmente suas operações baseando-se nas avaliações da FAPESP sobre a viabilidade técnica dos projetos como fazem os bancos de investimento públicos e privados do mundo todo que usam as análises do Banco Mundial como ‘selo de qualidade’ e aval dos seus projetos de investimentos”.

Goldemberg foi nomeado para um mandato de três anos, sucedendo Celso Lafer, que ficou na Presidência da FAPESP por um período de oito anos. O decreto de nomeação foi publicado no Diário Oficial do Estado de São Paulo de 22 de agosto.

Celso Lafer destacou em seu discurso que “a FAPESP, como uma das grandes agências de apoio à pesquisa em nosso país, e como tal reconhecida no cenário nacional e internacional, é fruto de uma ação coletiva dos que nela atuaram no passado e dos que hoje têm responsabilidade na sua gestão e governança”.

Gerência de Comunicação da FAPESP / Assessoria de Comunicação