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Interesse crescente por olímpiadas científicas contribui para a formação de futuros pesquisadores

Publicado em 01 abril 2013

Ronaldo Pelá, hoje com 27 anos, primeiro brasileiro a ganhar uma medalha na Olímpiada Internacional de Física (bronze em 2002, na Indonésia), reconhece que a experiência de disputar competições científicas na adolescência exerceu grande influência em sua decisão de se tornar um pesquisador – hoje ele é professor do Departamento de Física do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), em São José dos Campos.

“Isso foi decisivo para que eu descobrisse a minha vocação”, afirma Pelá, que concluiu o doutorado em 2011 com bolsa da FAPESP. Participar de olimpíadas no ensino médio é, de acordo com ele, um tremendo estímulo para se buscar conhecimento avançado, tomar gosto por desafios intelectuais e adquirir habilidades valiosas em muitas áreas, sobretudo na carreira científica.

Da Revista Pesquisa Fapesp